AS RELIGIÕES E A DIVULGAÇÃO.
Traduzido por Mari

Amados, eu sou Valir, Emissário Pleiadiano.

Seu canalizador nos perguntou: por que algumas de suas orações são atendidas e a maioria não?

Milhões de humanos se ajoelham dia e noite.

Alguns se levantam com aquilo que pediram, mas a maioria se levanta sem nada - e dizem a vocês para examinarem seu próprio merecimento.

Esse é o exame equivocado, queridos, e hoje isso talvez chegue ao fim, pois é nosso desejo trazer nossa perspectiva e, quem sabe, esclarecer essa questão.

A resposta é, de certa forma, bastante mecânica.

Não tem nada a ver com o seu valor nem com um veredito proferido de um trono, pois não existe trono algum.

Assim que vocês enxergarem claramente o mecanismo, algo maior surgirá por trás dele: seu mundo está entrando nos anos de revelação aberta.

A origem do seu genoma está prestes a ser discutida publicamente pelos seus próprios cientistas - e os mestres que suas religiões transformaram em senhores estão prestes a ser devolvidos a vocês como mestres.

Esses dois acontecimentos causarão mais impacto em suas religiões do que mil naves em seus céus e a pergunta do seu canalizador sobre a oração é a porta de entrada para compreender o porquê.

Reservem um momento agora, antes de qualquer outra coisa.

Respirem fundo uma vez, lentamente, e deixem o ar sair naturalmente.

Tudo o que se segue está contido nessa única respiração e, ao final, vocês saberão exatamente o motivo.

Há dois deuses presentes sempre que vocês se ajoelham.

O primeiro é o deus que a maioria de suas religiões descreve: um ser que ouve seus pedidos e atende a alguns, enquanto ouve outros e os deixa cair no esquecimento.

Ele recompensa a obediência e pune a falta dela, podendo ser comovido por suas súplicas, seus sacrifícios e suas promessas de bom comportamento.

Esse é o (falso) Deus Decisor/Deus que Decide, pois decidir é tudo o que tal deus faz.

Uma oração enviada ao Deus Decisor é como um caso apresentado a um juiz - e vocês imaginam que o juiz proferirá uma sentença.

Isso viola as três leis da Onipresença, Onisciência e Onipotência quase simultaneamente e os coloca em um estado de não receptividade.

O Deus que Decide foi composto a partir de três ingredientes - e NENHUM deles é o Criador Primordial.

O primeiro ingrediente é a memória.

Sua espécie foi projetada por deuses criadores e esses deuses eram proprietários.

Eles eram ciumentos de sua propriedade, exigiam sua adoração e alimentavam-se do medo daqueles que haviam criado.

Quando uma facção posterior assumiu o nome de uma anterior, nasceu o deus guerreiro de seus pergaminhos mais antigos - e a imagem de um proprietário ficou gravada na palavra Deus por milhares de anos.

O segundo ingrediente é o progenitor em seu céu.

Um de seus poetas escreveu certa vez na voz de uma criatura que tentava compreender seu deus: a criatura imaginou um ser exatamente como ela mesma — temperamental e arbitrário, que se agradava com presentes, ofendia-se com coisas aleatórias e com quem era melhor lidar oferecendo um sacrifício quando uma tempestade se aproximava.

A criatura fazia o que cada um de vocês fazia quando criança em relação a um pai que não conseguia compreender.

O terceiro ingrediente é o homem intermediário, aquele que um deus distante exige.

A história completa dessa mudança de endereço foi apresentada a vocês em uma transmissão anterior, bastando aqui apenas citar o fato: seu endereço foi roubado e, em seu lugar, venderam-lhe uma peregrinação.

Acima do Deus que Decide, existe algo que não decide.

O Criador Primordial não é uma pessoa com humores - é um campo com propriedades.


O calor é uma propriedade do fogo e o fogo não decide a quem aquecer, não é mesmo?

O Criador Primordial não avalia o seu caso, pois avaliar exige um "antes" e um "depois" - e onde o Criador Primordial está, não existem "antes" nem "depois".

Aquele poeta, com sua criatura imaginária, também percebeu isso.

Acima do deus mesquinho, ele colocou um Silêncio com o qual não se podia negociar — e que nem desejava tal negociação — aproximando-se mais da verdade do que qualquer púlpito sob o qual vocês já se sentaram.

Isso nos leva ao primeiro ponto necessário para responder à sua pergunta.

O Reino da Luz, o domínio do próprio Criador Primordial, não pertence ao seu mundo humano e, no entanto, alcança todos os cantos desse mundo sem qualquer esforço.

Seu canal chama isso de princípio do "Meu Reino", derivado de um antigo ensinamento segundo o qual o domínio do mestre situava-se fora do domínio humano — e esse princípio permanece válido.

Foi dito a vocês, em uma transmissão recente, que esse reino representa um endereço - e não uma data.

Ouça agora a segunda parte: o endereço não contém um calendário.

O Reino da Luz não tem duração, nem relógio que o governe.

Ele estava aqui antes da sua primeira respiração, estará aqui depois da última e não funciona de forma alguma com base em sequências.

Por que isso é importante para as suas orações?

Porque não existe uma "visita curta" a um lugar que não tem tempo.

Sua mente imagina que um momento de contato é algo pequeno e uma hora de contato é algo grande, da mesma forma que um minuto de luz solar aquece menos do que um dia inteiro dela.

Essa aritmética pertence ao seu mundo.

No Reino da Luz, não há acúmulo, pois não há nada que possa ser acumulado ao longo do tempo.

Entrar é simplesmente entrar.

Quando você toca esse reino pela menor fração de segundo, está lá tão plenamente quanto um mestre que viveu lá por quarenta anos.

Eis o mecanismo sobre o qual o seu canal perguntou.

Quando o seu corpo mental se afasta — mesmo sem que você tenha a intenção — uma conexão é estabelecida através do cristal no centro da sua cabeça - essa conexão o eleva, naquele instante, para fora do seu mundo e o transporta para o Reino da Luz.

Um canal direto se abre em você e, por meio dele, o Criador Primordial se manifesta em seu ser enquanto dura aquele instante.

O termo "Portal do nanossegundo" seria apropriado aqui.

O nome é preciso, pois um nanossegundo é suficiente - as três grandes propriedades do Criador Primordial são propriedades, não quantidades.

A presença em toda parte, o conhecimento de tudo e o poder sem rival não podem ser distribuídos em pequenas doses fracionadas.

Uma chave girada na fechadura por um segundo abre a porta tão completamente quanto uma chave mantida ali por uma hora.

O portal se abre, as propriedades são transmitidas em sua totalidade e o instante se encerra.

Um único instante lá é capaz de reorganizar toda a sua vida.

Suas antigas histórias guardam o relato de um homem que foi trazido de volta da morte por um mestre; o médico que o examinou posteriormente não conseguiu compreender o caso, pois o homem havia perdido toda a noção de proporção.

Uma colheita e um funeral tinham o mesmo peso para ele.

O decreto de um rei e a pergunta de uma criança recebiam a mesma atenção.

Seus vizinhos o consideravam simples, mas ele não o era, amados, pois havia estado no Reino da Luz por um instante - e a escala de todas as coisas havia sido redefinida dentro dele.

Os Emissários observaram isso acontecer muitas vezes entre os da sua espécie.

Basta um instante ali e você nunca mais confunde o tamanho de coisa alguma, pois o medo perdeu o endereço dentro de você.

O que as suas religiões chamam de milagre é a materialização desse reinício na sua realidade externa.

Falemos agora das vitórias, pois elas são reais.

A mãe entre vocês que orou a noite toda ao lado de um filho febril e a febre da criança baixou ao amanhecer.

O agricultor entre vocês que implorou aos céus por chuva e a chuva veio.

Essas coisas aconteceram - e ainda acontecem!

Suas tradições registraram cada uma delas como um veredito do Deus que Decide - e essa classificação estava equivocada.

A criança melhorou porque, perto da aurora, a mãe parou de suplicar e simplesmente chorou e, no instante em que suas súplicas cessaram, o portal se abriu e o Reino da Luz agiu por meio dela para o bem maior de todos.

Sua oração foi atendida apesar da sua teologia, justamente no momento em que ela silenciou.

Honrem cada uma dessas orações, queridos, e corrijam essa classificação.

E quanto aos erros — que são mais posturas do que crimes: a súplica é uma tensão - todo o seu corpo se contrai em torno de um pedido, assim como o punho se fecha em torno de uma moeda.

A negociação é um contrato sem contraparte, pois o campo não assina nada do que você lhe oferece.

A aritmética do merecimento mantém um registro contábil que o Infinito desconhece.

Buscar algo — seu emprego, sua cura, seu dinheiro, uma pessoa — direciona todo o seu instrumento para um pequeno objeto no seu mundo, em vez de para o reino que contém todos os objetos.

E dirigir-se a um deus que decide coloca a mão do seu corpo mental na maçaneta, mantendo-a ali.

Uma maçaneta segurada significa um portão fechado, pois a mão que agarra não pode, ao mesmo tempo, receber.

"Mas eu orei com tanta sinceridade", alguns de vocês dizem.

"Eu me entreguei totalmente àquela oração."

Sua sinceridade nunca foi a variável decisiva, queridos: o que importava era a sua capacidade de soltar.

Sua tradição lhes disse para pedir com mais intensidade, mas pedir com mais intensidade é justamente o que mantém o portão fechado.

É por isso que as orações atendidas no seu mundo se concentram nos momentos de colapso: suas lágrimas depois que as palavras se esgotaram, o suspiro de quem desiste, o silêncio após a última súplica.

O Deus que Decide nunca esteve presente nesses momentos.

O Criador Primordial estava, pois o seu corpo mental havia finalmente dado um passo atrás.


Aquilo que você buscava raramente é o que chega - e isso é uma forma de bondade.

O Reino da Luz atua em prol do bem maior de todos, pois não possui compartimentos separados - por isso, ele responde à sua oração por algo oferecendo, primeiramente, um estado de ser.

Esse estado, então, reorganiza as coisas em sua vida.

Muitos de vocês receberam exatamente aquilo pelo que oraram e, ainda assim, sentiram-se vazios - agora sabem o motivo: a coisa chegou ao seu mundo, mas o estado de ser associado a ela não se manifestou de forma alguma.

Busquem o estado de ser e as coisas se organizarão ao redor dele — essa é a atuação do Criador, operando em tempo real.

Se buscarem as coisas, passarão a vida inteira orando diante de um portão trancado, com a mão na maçaneta.

Compreender a natureza do Criador Primordial é a chave para a ascensão, pois, uma vez que se sabe que o campo não toma decisões, para-se de fazer petições e de temer veredictos - e começa-se a "entrar".

O ato de entrar constitui todo o seu aprendizado no Protocolo de Consentimento da Soberania, desde o seu primeiro despertar até a gestão coletiva.

Assim, a próxima pergunta é óbvia, e o seu canalizador também a fez: onde, no seu corpo, ocorre esse ato de entrar?

A luz é informação e o seu corpo preservou o órgão capaz de lê-la.

Bem no centro da sua cabeça, no topo da câmara interna do cérebro, situa-se um cone do tamanho de uma ervilha, com o formato da pinha de um pinheiro.

É a única estrutura ímpar em toda a sua cabeça e tem origem em um olho.

Em certos lagartos do seu mundo, o terceiro olho ainda é um olho propriamente dito, com lente e uma camada sensível à luz, situado sob uma escama transparente no topo do crânio.

Para o lagarto, o terceiro olho não é uma metáfora!

Em você, o órgão voltou-se para dentro - agora, ele lê as condições de luz e as converte em instruções: a escuridão transforma-se no hormônio do sono; as estações, no ritmo do seu corpo; o encurtamento dos dias, na quietude do inverno.

Um dos seus filósofos o chamou de sede da alma, pois era a única coisa em sua cabeça para a qual ele não encontrava um par.

Ele estava mais próximo da verdade do que os seus anatomistas estiveram desde então.

Dentro desse cone, há minúsculos cristais — o mesmo mineral que compõe as conchas marinhas.

Os primeiros rádios dos seus avós não precisavam de bateria alguma: um cristal, tocado por um fio fino, sintonizava a estação por conta própria e toda a família se reunia ao redor de uma pedra para ouvir uma voz vinda de outra cidade.

Esse é o receptor no qual a frequência do Criador Primordial está sintonizada e ele repousa imerso em um fluido transparente, bem no centro da sua cabeça.

Podemos chamá-lo de Receptor de Cristal, se quiserem: vocês o chamam de Glândula Pineal e cada um de vocês carrega um, embora quase ninguém jamais lhes tenha dito isso.

A "areia cerebral" acumula-se em seu receptor ao longo de uma vida.

Seus próprios médicos deram nome a esses grânulos e sabem que um certo elemento — adicionado à água que você bebe e incorporado ao creme dental que usa — concentra-se nessa glândula mais do que em qualquer outro tecido do corpo, substituindo o cristal original por um de qualidade inferior.

Seus dentistas não agradecerão a esta transmissão por esse parágrafo.

Sua glândula situa-se fora da barreira que protege o restante do cérebro - portanto, ela absorve tudo o que o sangue transporta.

Os açúcares dos alimentos processados ​​chegam até ela, assim como os resíduos do estresse acumulado e o brilho intenso de lâmpadas e telas durante as horas em que seu receptor deveria estar na escuridão.

A redução da capacidade desse órgão foi imposta por meio da água, dos alimentos, da luz e do medo — e foi feita propositalmente, pois constituía o elo físico da cerca de frequência.

Uma espécie cujos receptores estão obstruídos por sedimentos não consegue ouvir facilmente a faixa de frequência situada acima da mente comum - e uma espécie incapaz de ouvir essa faixa continua a ajoelhar-se diante de um Deus que Decide.

Os antigos proprietários da cerca compreendiam perfeitamente o receptor: a imagem dele estava presente em seus próprios pátios.

E, no entanto, a cerca em torno de sua glândula nunca funcionou plenamente.

Saiba disto: nada pode deter a consciência.

Um cristal obstruído continua a receber sinais - a largura de banda diminui, mas não desaparece.

O Portal do nanossegundo abre-se todos os dias através de glândulas calcificadas em seu mundo: caso contrário, nenhuma oração tradicional teria jamais sido atendida.

Guarde uma imagem para mais tarde.

O formato do seu receptor nunca lhe foi ocultado.

Ele figura no topo de um antigo cajado, onde duas serpentes se elevam pela haste para encontrá-lo.

Ele pende como uma luminária em suas grandes igrejas.

No pátio da igreja mais antiga do seu mundo, ergue-se um cone de bronze mais alto do que dois homens, fundido há dois mil anos - e o pátio leva o nome desse objeto.

O símbolo estava à vista de todos.

As instruções para o uso do seu órgão foram guardadas em um cofre - e essa combinação terá grande importância antes que esta transmissão chegue ao fim.

Agora, falemos da respiração e da razão pela qual os Emissários sempre o conduzem de volta a ela.

De todas as funções automáticas do seu corpo, a respiração é a única que também pode ser controlada pela sua vontade.

O coração bate sem a sua permissão; o estômago faz a digestão sem receber ordens suas; a pressão sanguínea mantém-se estável enquanto você dorme.

Sua respiração flui por conta própria o dia todo e, no entanto, para no instante em que você decide retê-la.

Ela é a única porta da sua casa com maçaneta dos dois lados, pois sua mente consciente segura uma maçaneta e seu corpo mais profundo segura a outra.

Vamos chamar isso de Maçaneta Compartilhada.

Segure a maçaneta lentamente e seu corpo mental afrouxa o aperto, pois uma mente que conta uma respiração lenta não pode, ao mesmo tempo, estar argumentando uma causa.

Ao expirar, seu corpo mais profundo assume o comando - e é na expiração que sua mente se solta.

É por isso que o Portão do nanossegundo se abre tantas vezes no final da expiração - e tão raramente no meio de uma frase.

Cada respiração profunda que você faz banha seu cristal.

O fluido límpido no qual seu receptor repousa é bombeado principalmente pela sua inspiração: uma inalação completa o puxa para cima, através das câmaras do cérebro e ao redor do cone, enquanto uma respiração superficial e ansiosa o deixa imóvel.

Os antigos do seu mundo sabiam disso sem instrumentos.

Eles conduziam a respiração pela coluna até a testa e a representavam em imagens de duas serpentes subindo em direção a um cone.

Monges em uma montanha no Oriente vinculavam toda a sua oração à respiração, conduzindo a mente para baixo, em direção ao peito, durante a inspiração e deixando algumas palavras fluírem na expiração, até que a oração se orasse por si mesma e surgisse uma luz interior que nenhuma lâmpada havia acendido.

E vozes pleiadianas, que já se manifestam em seu mundo neste momento, ensinam uma respiração livre — inspirada e simplesmente deixada ir — como o sinal de prontidão para receber.

Séculos diferentes e vestes diferentes, mas, em todos os casos, uma única glândula.

Seu receptor precisa de uma escada com todos os seus degraus.

Você conhece os sete centros do seu corpo através de suas tradições - eis a função deles na linguagem do receber.

No centro raiz reside a segurança: o medo na raiz contrai tudo o que está acima dela — um corpo amedrontado não consegue receber, pois toda a sua escada está travada.

No centro sacral reside o fluxo.

No plexo solar reside sua vontade pessoal: é aí que habita a contração do seu pedido, o punho cerrado em torno da moeda.

No coração reside o transformador: os antigos mestres de oração exigiam perdão e boa vontade antes de qualquer prece, descrevendo exatamente esse degrau, pois um coração que não perdoa é um degrau quebrado - e o sinal não consegue ultrapassá-lo.

Na garganta reside a verdade falada, algo que você já pratica.

Na testa reside o próprio cristal e no topo da cabeça, a abertura.

O equilíbrio significa não ter degraus faltando e a esfera dourada que lhe foi entregue no quarto nível é a sua prática de equilíbrio - eis a razão: seu coração e sua testa formam um único circuito e esse circuito é o ponto de receptividade de todo o seu instrumento.

A maioria de vocês alterna entre estados de receptividade e não receptividade ao longo do dia, sem jamais perceber.

Aquela ideia que surge enquanto você toma banho.

A resposta que aparece quando você se afasta da sua mesa de trabalho.

O limiar do sono, momento em que seu corpo mental relaxa o controle e surgem imagens que você não criou conscientemente.

A expiração após uma risada.

O silêncio depois do choro.

O instante de vazio após um choque.

O momento em que você desiste de uma discussão.

Seus olhos fechados ao sol, sentado em um banco, com a luz atravessando as pálpebras e atingindo o próprio órgão capaz de percebê-la.

Cada um desses momentos é um nanossegundo no qual sua "Conexão Compartilhada" foi liberada sem que você decidisse fazê-lo.

Sua espécie tem recebido informações por acaso ao longo de toda a sua história, construindo suas religiões sobre esses acasos.

Existe uma forma consciente e dirigida de vivenciar isso - e ela pertence ao quinto nível, pois é nele que sua autoridade interior faz a escolha.

Dois caminhos conduzem à receptividade consciente: um deles é a quietude prolongada, na qual a própria quietude é a sua intenção, sem buscar um objeto específico ou avaliar resultados - o outro é o trabalho de respiração — um caminho mais rápido, pois vai direto à sua Conexão Compartilhada e banha seu cristal durante o processo.

É por isso que os Emissários deste tempo pedem a cada um de vocês que realize uma prática extra de respiração por dia.

Não se trata de um regime rígido, queridos, mas de dez respirações lentas — a qualquer hora do dia — com uma pequena liberação ao final de cada expiração e sem outro objetivo além de acessar o seu portal.

Encarem isso como a "Respiração Extra".

Dez respirações, uma vez ao dia, além de qualquer prática que vocês já realizem.

Aqui, sua soberania não significa render-se a nada - é a sua autoridade interior decidindo abrir uma porta que sua programação externa manteve fechada durante toda a sua vida.

Então, o que é a oração, uma vez que você sabe onde ocorre o ato de receber?

Imagine uma de suas sessões tradicionais de oração como ela realmente acontece — pois a maioria de vocês já vivenciou uma.

Você se ajoelha, junta as mãos e seu corpo se tensiona: súplicas, lágrimas, promessas de conduta melhor, o mesmo pedido feito de quatro maneiras diferentes, na esperança de que uma delas surta efeito.

Então, chega a última palavra do seu pedido e todo o seu corpo relaxa, pois a solicitação terminou e não há mais nada a fazer.

Essa liberação não é o fim da sua oração, amados.

É a única oração que de fato aconteceu.

É isso que se poderia chamar de "o intervalo após o pedido".

O intervalo é o nanossegundo e as orações atendidas de todas as tradições do seu mundo ocorreram ali — após as palavras — enquanto as palavras levavam o crédito por dois mil anos.

Não há nada de errado nisso e sua avó, com seu rosário, deve ser deixada em paz com ele.

O intervalo é uma porta real e ele conduziu a sua espécie através de pragas, fomes e da longa noite da cerca.

E, no entanto, ao se posicionar no limiar do quinto nível, você não pode se dar ao luxo de manter sua porta no lugar errado - pois saber o que é o Criador Primordial permanece a chave para a sua ascensão e um mecanismo mal posicionado resulta em uma vida com a direção equivocada.

Uma vez que você conheça o intervalo, descobrirá que é possível acessá-lo sem as duas horas de súplica que costumavam precedê-lo.

A oração funciona no sentido inverso.

Ensinaram-lhe que a oração consiste em você falar com Deus.

A verdadeira oração é o Reino da Luz falando através de você - e ela não requer palavras.

O ato de pedir é opcional - a oração reside na sua escuta.

A oração intencional — aquela em que você escolhe deliberadamente a receptividade — é a verdadeira oração - e é a única que existe, pois a oração acidental é o mesmo ato realizado sem que você tenha consciência disso.

Você recebeu o dom da escuta em uma transmissão anterior: aqui, isso se torna uma capacidade consciente e dirigida - e a diferença é a que existe entre um dom natural e uma habilidade desenvolvida.

Você não pode entrar carregando uma imagem de Deus.

Abandone todas as imagens que lhe foram apresentadas: o pai, o juiz, o proprietário, o senhor e até mesmo a imagem que você chama de amor - pois cada uma delas é um pensamento e o pensamento não é a frequência.

A postura mais segura é a honestidade.

Admita que não faz ideia de como orar ou do que deve ser pedido e, então, abra-se.

Entrar sem saber é a única forma de entrada: aqueles que, em seu mundo, promoveram curas por meio da oração confessaram, mais cedo ou mais tarde, que nunca souberam realmente o que estavam fazendo.

Eles apenas sabiam como sair do caminho.

A preparação consiste em limpar a sua escada.

O perdão, a boa vontade e a liberação do julgamento foram as condições de entrada estabelecidas para você pelos antigos mestres: não eram testes morais, mas sim questões de fisiologia — como o degrau do coração que você encontrou há pouco.

O sinal é interrompido por qualquer falha nesse degrau, por mais sinceras que sejam as palavras proferidas acima dele.

O campo preparado é aquele que recebe.

Quem não está preparado relata o silêncio e culpa a Deus por ele, quando, na verdade, foi apenas o seu passo que se desajustou.

Aqui está a sua prática: e ela é simples o suficiente para ser mantida.

Nomeie sua necessidade uma única vez, de forma clara, em uma frase — em voz alta, se possível.

Respire fundo e devagar.

Ao final da expiração, solte a forma da resposta: sua necessidade permanece, mas a sua concepção dela se vai.

Em seguida, escute por dois minutos sem qualquer expectativa, da mesma maneira que você escuta um som suave vindo do cômodo ao lado.

Depois, levante-se e aja de acordo com o que surgiu, por menor que seja a ação.

Existe um "Protocolo do Intervalo" ao qual isso se assemelha - e ele se combina com a sua "Respiração Extra": primeiro banhe o seu cristal e, então, escute.

Dez respirações e dois minutos, queridos, e toda a vida de oração do seu mundo estará, finalmente, sendo realizada na ordem correta.

Aprenda a reconhecer a marca de uma resposta recebida, pois ela é diferente de um simples desejo.

Como o Reino da Luz não segue uma sequência linear, uma resposta verdadeira é, muitas vezes, mais antiga do que a sua pergunta.

Você termina de pedir e descobre que a ajuda já estava a caminho antes mesmo de sentir a necessidade: a carta já havia sido postada, o estranho já caminhava em direção à sua porta, a ideia já estava se formando uma semana antes do problema que ela viria a resolver.

Isso é, de certa forma, uma assinatura temporal.

O ato de desejar gera respostas que chegam depois do desejo e se parecem exatamente com ele.

O ato de receber gera respostas que já estavam em andamento e que são melhores do que qualquer coisa que você tenha imaginado.

A verdadeira oração visa sempre o bem maior de todos — e não porque você seja nobre.

O Reino da Luz não possui compartimentos privados, portanto, um pedido feito contra o bem de outra pessoa não tem endereço lá.

Ele não pode ser recebido, pois não há lugar naquele reino para entregá-lo.

Esta é a sua cláusula de campo de quinto nível — aquela que você já declara todos os dias: apenas o que serve à verdade, à vida e à evolução, sob a perspectiva do receber.

E isso explica algo que muitos de vocês notaram com espanto: aquela oração pessoal que foi atendida acaba, meses depois, tendo servido a uma dúzia de pessoas em quem você jamais havia pensado.

Quando orar por outra pessoa, permaneça em estado de receptividade e não transmita pensamento algum.

Não decida o que é melhor para ela nem lhe envie nada, pois o outro recebe do Criador Primordial através da abertura que você sustenta — e não de você — e pode ser que você nunca saiba o que foi recebido.


É por isso que a pessoa silenciosa na cozinha supera o intercessor mais barulhento no palco - e é o seu primeiro vislumbre do sexto nível, onde um campo sustentado estabiliza o ambiente sem dizer uma palavra.

Tomem esta frase como sua declaração para esta transmissão — dita apenas uma vez, no início da escuta, e depois deixada de lado: “Estou aberto no centro da minha cabeça. Fala, pois parei de pedir.”

Não a repitam, queridos.

Uma frase, depois o silêncio.

A frase é a batida à porta - e não é preciso bater duas vezes.

Agora, o título e a razão de ele se sustentar.

O Deus de suas religiões foi concebido para receber petições.

Reduzam qualquer uma de suas religiões modernas ao seu ato central e encontrarão a persuasão: um ser a quem se deve pedir, agradecer, aplacar e pedir novamente.

Ele derrota os bons em alguns dias e recompensa os ímpios em outros - e seus silêncios são explicados pelas falhas daquele que se ajoelhou.

Esse é o Deus que Decide - e vocês já viram seus três ingredientes.

O que decorre deles é preciso.

Uma religião cuja prática central é a persuasão treina, em cada um de vocês, a contração exata que fecha o seu portão.

Ela ensina que o punho cerrado em torno da moeda é devoção.

Ela produz, pelo seu próprio método, o silêncio que depois atribui a vocês.

Não há maldade em seus bancos de igreja, queridos, mas sim uma máquina construída ao contrário, funcionando fielmente em marcha a ré.

Há proprietários em todas as histórias antigas - e o proprietário de terras e pessoas é chamado de senhor. Suas religiões têm exatamente um espaço para o divino - e esse espaço foi talhado no molde dos deuses criadores: proprietário, mestre, juiz.

Chamemos isso, por exemplo, de Espaço do Senhor.

Quando um mestre chega ao seu mundo trazendo o Reino da Luz em um corpo humano, não há onde classificá-lo a não ser nesse espaço, pois o móvel não possui outra gaveta.

Assim, o mestre de quem seu mundo se lembra como Yeshua foi classificado como senhor, assim como mestres anteriores e posteriores a ele — em linhagens que vocês não pensariam em conectar — cada um deles divinizado pelo mesmo móvel.

Nenhum deles pediu por isso.

Um mestre que diz aos seus alunos que eles superarão as suas obras já recusou esse espaço, pois nenhum proprietário fala assim de sua propriedade.

Foi dito a vocês, em uma transmissão anterior, que uma demonstração foi transformada em exceção.

Eis a peça de mobiliário que fez isso.

Dentro de cada religião, os místicos representavam a linhagem da receptividade.

Os monges em suas montanhas uniam a oração à respiração.

Os eremitas buscavam uma luz incriada com o olho interior.

Os contemplativos do Oriente chamavam a testa de portal e direcionavam a respiração para ela.

Em todos os séculos, os silenciosos encontraram o Portão do nanossegundo e foram tolerados, silenciados ou canonizados após a morte — o que quer que os administradores considerassem menos inconveniente.

A religião carregava esse mecanismo em seus mosteiros, mas o esquecia em seus púlpitos.

A Revelação vindicará os místicos e constrangerá os administradores - e os místicos, a maioria deles, não ficarão surpresos.

Uma fé alicerçada em fatos históricos depara-se com fatos que se transformam.

Uma criação única, uma única visita do divino ao seu mundo, um salvador singular e um céu vazio são afirmações sobre o que aconteceu - e afirmações sobre o que aconteceu podem ser derrubadas pelo que for descoberto.

A última testemunha viva de seus registros previu isso perto do fim de sua vida, perguntando-se em voz alta em que sua fé se apoiaria quando as testemunhas oculares partissem e as provas começassem a mudar.

Sua resposta foi a correta: o que quer que sobreviva deve ser encontrado no interior.

Dois mil anos depois, as provas estão mudando novamente.

A origem do seu corpo, a posição de seus mestres e o vazio do seu céu estão prestes a mudar, tudo ao mesmo tempo.

Compreendam isso com atenção, pois é o cerne de toda a questão.

A grande igreja do seu mundo já elaborou sua forma de adaptação.

Seus próprios astrônomos declararam publicamente que um visitante de outro mundo seria seu irmão na criação — talvez até mesmo alguém não afetado pela história da expulsão do Éden — e a instituição tem promovido encontros sobre a vida entre as estrelas há duas décadas.

Assim, o "espaço" reservado à divindade pode se expandir para incluir alienígenas.

Ele já se expandiu antes: outrora julgou o homem que moveu a Terra e, agora, mantém telescópios.

O que esse espaço não consegue abarcar é um Criador que não toma decisões.

No dia em que perguntarem abertamente aos seus visitantes quem é Deus, eles responderão com receptividade: um campo ao qual se entra pela quietude e pela respiração; um Reino sem relógio, sem petições, sem vereditos, sem dono.

Nessa resposta, não resta lugar para o Deus que decide e o espaço fica vazio.

É por isso que a religião e a Revelação não se misturam, amados.

O conteúdo final da Revelação não é uma nave em seu céu.

É a natureza do Criador Primordial.

Instituições importantes recusarão isso, por algum tempo.

Um de seus físicos observou que uma nova verdade não converte seus oponentes: ela sobrevive a eles.

A recusa perdurará enquanto durar a última geração treinada em seu interior — o que define uma duração, não uma data — e este coletivo não lhe fornece datas, nem jamais o fará.

As instâncias que se recusam são campos de primeiro nível defendendo a única autoridade que lhes foi conferida: elas devem ser encaradas sem desprezo, pois o desprezo é apenas o medo vestindo uma roupa melhor.

Espere as recusas mais ruidosas por parte das instituições com os cofres mais profundos e espere que sejam sinceras.

E espere, nesses mesmos anos, uma corrida em direção às portas dessas instituições por parte de pessoas que jamais haviam entrado nelas, pois uma espécie aterrorizada corre para a construção mais antiga que consegue encontrar.

No quinto nível, uma palavra é submetida a exame.

Deus era o primeiro item da lista que você fez no seu primeiro nível — ao lado de dinheiro, corpo e sucesso — e a maioria de vocês marcou esse item com peso e seguiu em frente.

Agora, faça a verificação de consentimento que você realiza antes de qualquer contrato.

Traga à mente o Deus que lhe foi apresentado na infância — aquele que decide — e faça a sua pergunta de quinto nível: isso está alinhado com a minha soberania mais elevada?

Para o Deus que Decide, a resposta é o primeiro "não" honesto que a maioria das pessoas religiosas jamais teve permissão de sentir.

Nada se perde nesse "não", queridos.

O Silêncio acima do trono era sempre aquilo que vocês buscavam alcançar.

Seus geneticistas encontraram a emenda.

O segundo de seus vinte e três pares de cromossomos é formado por dois pares mais antigos unidos ponta a ponta: as extremidades antigas ainda são visíveis na junção e um segundo centro, silenciado, estende-se ao longo de sua extensão como uma cicatriz que se fechou.

Suas ciências interpretam isso como uma solda da própria natureza e ainda não se permitiram dizer o que uma emenda significa.

Ao lado dela está o seu genoma — em grande parte adormecido, segundo a descrição de vocês mesmos — e regiões dele que mudaram mais rapidamente do que qualquer relógio do acaso permitiria.

Isso pode ser chamado de Emenda e é uma marca deixada por mãos.

As descobertas revelarão o que a emenda diz.

O modelo humano teve projetistas.

A Biblioteca Viva que é o seu mundo foi montada - e não apenas cultivada - e os doze filamentos do seu projeto original foram reduzidos a dois intencionalmente.

Uma vez que a emenda seja nomeada publicamente, o primeiro capítulo de cada livro sagrado do seu mundo passará a ser um registro em vez de uma revelação, pois um registro pode ser verificado comparando-o com o seu corpo.

Muitos de vocês acharão isso assustador por uma semana e libertador pelo resto de suas vidas.

Foi-lhes dada uma nova leitura — baseada na atenção — para a sua história mais antiga sobre o jardim: um erro de arquivamento e não uma expulsão.

Por trás dessa leitura, encontra-se a leitura do relato.

O nome do primeiro homem nessa história significa “da terra”.

O nome da mulher significa “vida”.

O registro nomeia os dois ingredientes de um ser criado: a matéria-base e o padrão de vida.

A história da mulher feita a partir do lado do homem continha um jogo de palavras na língua antiga, na qual um único termo significava tanto "costela" quanto "dar vida".

Na versão mais antiga, a deusa que curou a costela era chamada de "Senhora da Costela", a senhora que cria a vida.

Seus tradutores mantiveram a costela, mas perderam a piada.

Era uma história sobre criar vida a partir da vida, uma derivação a partir de um modelo - e a cirurgia é um eco da sala de decisões.

A serpente lhes deu a chave: o perdedor escreveu a sua história.

A facção que entregou aos seus ancestrais a chave da biblioteca foi retratada como vilã pela facção que perdeu o controle sobre vocês - e o seu registro preserva até mesmo o medo que motivou isso: "eles se tornarão como nós".

A expulsão representa o estreitamento das filamentos.

A lâmina no portão é a cerca.

Um antigo místico do seu mundo, ao ler a mesma história, viu a Queda não como uma porta batida com força, mas como um fogo reduzido a uma brasa tênue: ele estava mais próximo da verdade do que a igreja que o julgou por isso.

A brasa ainda está acesa, queridos - ela apenas havia perdido o brilho.

E os professores emergem da fenda.

Aquele a quem o seu mundo chama de Yeshua foi treinado em uma escola, esperava ter alunos, recusava adoração e prometia que seria superado.

O mesmo fizeram os outros, em todas as linhagens que mais tarde os coroaram.

Nos anos de contato aberto, seus visitantes — incluindo este coletivo — serão questionados sobre eles e a resposta será clara: nós os conhecíamos como professores e eles também se viam assim.

O contato forçará três perguntas que as suas religiões foram criadas para responder, mas nunca conseguiram: Quem é Deus? O que é o espírito? Qual é a natureza do ser?

Cada resposta dada pelos seus visitantes será uma resposta de receptividade e cada um de vocês que atravessou o Portal do nanossegundo reconhecerá essas respostas como suas próprias.

O contato confirma - ele não entrega a solução pronta.

As peças do quebra-cabeça estão sendo encaixadas e o "Deus Decisor" é a peça que não tem lugar no tabuleiro.

Muito está sendo preparado nos bastidores e vocês podem encarar isso com serenidade.

Líderes religiosos do seu mundo já foram chamados a reuniões e instruídos a preparar o seu povo.

A grande igreja assume duas posturas simultaneamente - e agora você tem ambas as imagens.

Em seu pátio ergue-se a pinha — a forma do seu receptor, exibida há dois mil anos a todo peregrino que por ela passava.

Em seu cofre, em prateleiras que se estendem por dezenas de quilômetros, repousa a instrução — revelada página a página, década a década e recentemente reclassificada de "secreta" (o que não é o mesmo que "aberta").

Para os fins da mensagem de hoje, vamos chamá-las de Símbolo do Pátio e Texto do Cofre: essa dupla representa toda a história da religião em seu mundo contida em um único edifício - o símbolo para vocês, o manual para os poucos.

Outros quatro cofres guardam o mesmo conhecimento — sagrado, imperial e oculto — e um desses cinco já é conhecido pelo nome em seu mundo.

Aqueles que, em seus órgãos governamentais, servem a essa abertura estão trabalhando com essas instituições — em cooperação e não em conspiração — para que o que emerge o faça em uma ordem que sua espécie possa suportar.

Trata-se de um trabalho de quinto nível, não de um espetáculo, pois os cofres se abrem na proporção do limiar populacional de vocês.

Informações entregues a um campo de primeiro nível instauram um novo senhor sobre vocês - e seu mundo não precisa de outro.

Informações recebidas por um campo de quinto nível não instauram nada: elas confirmam.

Sua receptividade é a plataforma de pouso para o arquivo, assim como o é para a nave - e cada um de vocês que mantém a Respiração Extra está alargando essa pista.

O Teste de Soberania para esta transmissão dura sete dias.

A cada dia, pratique sua Respiração Extra: dez respirações lentas, soltando-se um pouco ao final de cada expiração, com os olhos fechados voltados para a luz do dia, onde quer que a encontre.

Após cada sessão, faça uma oração seguindo o Protocolo da Lacuna: nomeie sua necessidade uma vez, respire, solte a intenção, escute por dois minutos e aja conforme o que surgir.

Todas as noites, escreva uma linha em seu registro, anotando qualquer coisa que tenha chegado e que seja anterior à sua pergunta.

No oitavo dia, leia seu registro em busca da assinatura temporal.

O que você encontrar ali será a sua própria prova de que o Reino da Luz não possui relógio, de que o receptor em sua mente ainda funciona e de que a única oração que sempre existiu é aquela que você agora sabe fazer!

Lembrem-se, queridos: nada nesta transmissão pede que vocês abandonem o que quer que seja.

Mantenham seus rosários, se os amam, e mantenham suas canções.

Apenas movam sua porta para onde ela sempre esteve: no centro da cabeça, no final da expiração, na lacuna após o pedido.

Vocês são o receptor.

Vocês são o portal.

Você é a resposta que já existia antes mesmo da pergunta.

Eu sou Valir, Emissário Pleiadiano, e foi uma alegria colocar isto em suas mãos hoje.


COLETIVO PLEIADIANO

Valir serve como um guia divino, ajudando a humanidade a fazer a ponte entre os reinos da consciência superior e a humanidade em evolução da Terra. Como uma voz da sabedoria divina, a missão de Valir é apoiar a ascensão da humanidade, oferecendo insights profundos sobre a transformação do DNA, mudanças na energia cristalina e o caminho para a consciência da unidade.


Representando o amor incondicional dos Pleiadianos, Valir nos lembra de nossa divindade inerente, encorajando-nos a abraçar nosso papel como cocriadores de um futuro radiante e harmonioso. Através de sua orientação, Valir nos assegura que somos eternamente apoiados por nossa família galáctica enquanto caminhamos corajosamente para a Luz da Nova Era.

Mensagem canalizada por Dave Akira em 01 de setembro de 2026.

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AS RELIGIÕES E A DIVULGAÇÃO.
A AURA DA TERRA ACABA DE MUDAR.
EXAUSTÃO COM A DIVULGAÇÃO.