Eu sou Ashtar. Venho estar com vocês neste momento, durante um verão em que muitos, por todo o Canadá e pelos Estados Unidos, contemplam céus tomados pela fumaça, áreas de incêndios florestais em expansão, ordens de evacuação, casas queimadas, florestas danificadas e comunidades compreensivelmente exaustas com o que estão presenciando.
Essa atividade recente intensificou-se com velocidade incomum: centenas de novos incêndios surgiram em um curto período, com quase mil focos ativos simultaneamente em vastas áreas e milhões de hectares afetados na região norte deste continente.
Seus cientistas, bombeiros, equipes de emergência, gestores de terras e comunidades locais continuarão a examinar as condições físicas subjacentes a cada incêndio - e esse trabalho é importante.
Também acrescentamos, logo no início desta mensagem: sim, a Cabal/Cabala ainda utiliza a tecnologia de que dispõe para influenciar eventos como esses incêndios florestais. Sim, a Cabal/Cabala está profundamente envolvida nessa agenda.
No entanto, enfatizamos a importância de, em grande medida, IGNORAR essa agenda.
Por que enfatizamos isso?
Porque a sua agenda da luz prevalece sobre todas as outras.
Sua agenda de ascensão — e de ancoragem crescente na frequência da luz do amor — dissolve quaisquer outras agendas que possam ser implementadas.
Vocês estão começando a perceber quão poderosos seres criadores vocês realmente são e estão começando a ver como é absolutamente fundamental manter um foco inabalável em sua agenda de ascensão.
Alguns de vocês dirão: "Bem, precisamos ficar atentos ao que está acontecendo", mas isso contradiz o que acabamos de dizer.
O poder de uma única gota de Unidade realizada com o Criador dissolve tudo o mais ao seu redor - seus mestres, santos e sábios, ao longo das eras, demonstraram isso com resultados maravilhosos.
Eles não são maiores, nem possuem maior capacidade para essa habilidade de entrar em Unidade do que vocês. Tudo se resume a praticar princípios divinos que se alinham às Leis Divinas e a manter a constância nessa prática.
Todos vocês são iguais e é hora de assumirem o seu brilho, trabalhadores da luz.
É HORA!
No entanto, desejamos falar especialmente às sementes estelares, aos trabalhadores da luz e àqueles que passaram anos aprendendo a observar os eventos a partir de mais de um nível simultaneamente.
Pode um evento físico ter causas práticas e, ainda assim, carregar um significado espiritual mais profundo para o coletivo?
Claro que pode.
É a esse nível que desejamos nos dirigir.
A intensidade desta temporada indica que muitas condições já estavam estabelecidas antes mesmo de os incêndios individuais começarem.
Vegetação seca, calor prolongado, vento, acúmulo de material combustível na floresta, atividade humana, raios e interferência de forças ocultas — tudo isso desempenha o seu papel.
Do ponto de vista espiritual, pedimos que reconheçam o que impulsiona os elementos físicos: lembrem-se: tudo o que ocorre no seu ambiente físico aconteceu, primeiramente, no plano não físico.
Jamais haverá exceção a essa Lei Universal, divina e magnética.
A humanidade também tem carregado enormes quantidades de tensão, raiva, pesar, medo, frustração e desconfiança não resolvidos - e grande parte dessa pressão emocional exige agora ser enfrentada.
Estes incêndios não são motivo para pânico e, certamente, não são motivo para culpar as pessoas que vivem nas áreas afetadas.
Eles são um convite para que vocês se tornem mais conscientes do que está acontecendo ao seu redor e dentro de vocês.
Aqueles que vieram para ajudar a estabilizar o coletivo são mais necessários justamente quando o mundo exterior parece instável.
Portanto, façam a si mesmos uma pergunta simples ao começarmos: quando o mundo se torna mais barulhento, mais assustador e mais dividido, vocês conseguem manter a clareza necessária para serem úteis?
Isso faz parte do seu trabalho agora e é muito mais importante do que acrescentar mais medo a uma época que já contém medo suficiente.
Sua primeira responsabilidade, portanto, não é explicar cada incêndio a todos os outros: é manter-se suficientemente firme para responder com sabedoria àquilo que está, de fato, diante de vocês.

Há muitas discussões atualmente sobre como esses incêndios começaram, mas aconselhamos que vocês tenham cuidado com críticas, julgamentos e a busca por culpados - e que foquem na evolução e na mudança.
Alguns foram iniciados por raios, outros por descuido humano e alguns — muitos, na verdade — foram provocados deliberadamente ou influenciados por ações de uma Cabal/Cabala.
Cada incidente deve ser investigado com base em suas próprias evidências, pois não é sensato nem útil tentar encaixar todos os incêndios em uma única explicação.
Se houve um crime, as autoridades competentes devem determiná-lo.
Se houve negligência, isso deve ser constatado.
Se um incêndio começou de forma natural, isso também deve ser aceito.
O que pedimos que evitem é ficarem tão obcecados em encontrar uma pessoa, um governo, um grupo ou uma "mão oculta" para culpar, a ponto de não perceberem a condição mais ampla que permite que uma pequena ignição se transforme em um grande desastre.
A lição espiritual é fácil de compreender quando exposta de forma clara.
Os seres humanos frequentemente lidam com suas emoções da mesma maneira.
Eles reprimem a raiva, evitam o luto, recusam conversas difíceis, fingem que o ressentimento desapareceu e continuam assim até que um pequeno evento desencadeia uma carga emocional muito maior do que o próprio evento justificaria.
Isso não é algo que muitos de vocês já vivenciaram em suas próprias vidas?
Uma discussão que deveria ter durado dez minutos pode, de repente, carregar dez anos de frustração, simplesmente porque a frustração antiga nunca foi tratada.
Não estamos dizendo que a raiva humana causou fisicamente todos os incêndios florestais, nem que qualquer pessoa que perdeu sua casa foi a responsável por essa perda.
Isso seria cruel e incorreto.
O que dizemos é que o padrão físico de combustível acumulado oferece um ensinamento muito direto sobre a condição coletiva da humanidade.
A repressão gera pressão.
Evitar questões permite o acúmulo de material não resolvido.
O cuidado constante reduz a probabilidade de crises.
Isso vale para florestas, famílias, instituições e para a vida emocional de um ser humano.
Portanto, a resposta prática é, em essência, a mesma: lidem com o que pode ser resolvido antes que a situação se torne avassaladora e parem de encarar a expressão sincera de emoções como algo de que se envergonhar.
Aqueles que são sensíveis à energia coletiva talvez já compreendam por que esta temporada pode parecer incomumente intensa, mesmo quando um incêndio ocorre a centenas ou milhares de quilômetros de distância.
Muitos de vocês têm se sentido mais irritáveis, mais cansados, mais emocionalmente expostos ou mais facilmente sobrecarregados por notícias, conflitos, incertezas e pela quantidade de informações que recebem diariamente.
Alguns podem perceber o retorno de antigas memórias, sentir que velhos desentendimentos ficaram inacabados ou notar que emoções que pareciam resolvidas estão subitamente presentes novamente.
Não conclua imediatamente que algo deu errado em sua jornada espiritual só porque está sentindo mais coisas.
Às vezes, uma maior consciência significa perceber aquilo que você havia deixado de lado anteriormente.
O que importa é o que você faz com o que percebe.
Você carrega uma raiva que nunca expressou de forma segura?
Existe um luto que você vem adiando porque acreditava precisar se manter forte por todos os outros?
Há uma conversa que você repassa mentalmente porque uma parte de você ainda quer dizer o que nunca foi dito?
Existe alguém a quem você precisa perdoar — não porque o que aconteceu fosse aceitável, mas porque carregar esse peso está exaurindo você?
Essas são perguntas úteis neste momento.
Você não precisa de rituais dramáticos para respondê-las.
Pode escrever em particular, conversar com alguém de confiança, orar, meditar, chorar, fazer uma caminhada tranquila, criar arte, movimentar o corpo suavemente ou simplesmente admitir para si mesmo o que realmente sente.
O objetivo é a liberação sem causar danos.
Essa distinção é importante.
O crescimento espiritual não dá a ninguém permissão para despejar raiva sobre outra pessoa, fazer acusações cruéis, destruir relacionamentos impulsivamente ou usar a linguagem da verdade como desculpa para ferir.
Você pode ser honesto e, ainda assim, gentil.
Pode estabelecer limites sem nutrir ódio.
Pode perdoar e, mesmo assim, decidir que alguém não deve mais estar próximo de você.
Pode reconhecer a raiva sem permitir que ela controle o seu comportamento.
Esse é o tipo de maturidade emocional que a próxima fase exige dos trabalhadores da luz.
O coletivo não precisa de mais pessoas capazes de descrever a escuridão com riqueza de detalhes enquanto permanecem dominadas por ela.
Precisa de pessoas capazes de sentir energias intensas, compreender o que elas revelam, processá-las com responsabilidade e, então, retornar a um estado de equilíbrio.
Sempre que você faz isso em sua própria vida, reduz a carga emocional não resolvida que leva para o campo coletivo.
Isso pode parecer uma contribuição pequena, mas imagine milhares de pessoas fazendo o mesmo simultaneamente.
O efeito é maior do que a maioria de vocês imagina.
Observe como comunicações codificadas também estão em jogo aqui.
Recentemente, notou-se que o líder dos EUA culpou o Canadá pela fumaça e por outras questões relacionadas aos incêndios florestais.
E podemos lhe garantir: o significado mais profundo por trás disso — pelo menos no que diz respeito ao programa espacial secreto — não tem nada a ver com incêndios florestais.
Tudo se resume a operações que ocorrem nos bastidores: movimentos e contramovimentos.
O absurdo de culpar um país pela fumaça de incêndios florestais deve levá-lo a questionar o verdadeiro sentido do que está sendo dito.
É importante prestar atenção a isso.
A própria fumaça revelou algo muito simples que as fronteiras políticas não conseguem alterar: o que acontece em uma região pode afetar pessoas muito distantes.
A fumaça produzida em uma província pode deslocar-se para outra, cruzar a fronteira internacional, passar por grandes cidades e alterar o ar respirado por milhões de pessoas que não tiveram qualquer participação no incêndio original.
Esse é um lembrete físico da interconexão - e o mesmo princípio se aplica à informação, ao medo, à esperança, à raiva e ao despertar.
Os seres humanos influenciam uns aos outros constantemente, quer percebam isso ou não.
É também por isso que o tema da Revelação (Disclosure) faz parte desta mensagem.
Em todo o mundo, questões sobre sigilo, registros ocultos, fenômenos aéreos não identificados, programas de inteligência, conhecimento governamental e informações retidas do público tornaram-se mais difíceis de ignorar do que eram uma geração atrás.
Documentos antes inacessíveis estão sendo solicitados, analisados, liberados parcialmente, debatidos, contestados e tramitando em processos jurídicos e políticos. Testemunhas que, outrora, seriam ridicularizadas e desacreditadas, agora estão sendo ouvidas em instâncias oficiais.
Isso não significa que toda alegação seja verdadeira — o discernimento continua sendo necessário — mas a tendência geral é clara: as pessoas estão menos dispostas a aceitar que assuntos importantes permaneçam permanentemente encerrados simplesmente porque uma autoridade assim o determina.
Por que isso importa espiritualmente?
Porque a Revelação não trata apenas de naves no céu ou arquivos em um depósito.
Trata-se da humanidade desenvolvendo maturidade suficiente para encarar informações que mudam a compreensão que ela tem de si mesma.
O mesmo processo ocorre em nível pessoal.
Muitos estão descobrindo fatos sobre suas famílias, instituições, relacionamentos, governos, religiões, histórias e até mesmo sobre seu próprio comportamento — fatos que, antes, prefeririam não conhecer.
A verdade pode ser desconfortável antes de se tornar libertadora.
Portanto, aqueles que se consideram despertos devem ter cuidado para não exigir a verdade de todas as instituições enquanto recusam a verdade sobre si mesmos.
Os dois processos estão interligados.
Se você deseja um mundo com menos segredos, comece sendo mais honesto em sua própria vida.
Se quer que as instituições admitam erros, aprenda a admitir os seus.
Se quer que os outros parem de manipular informações, pare de manipular conversas para proteger o seu próprio ego.
É assim que a exigência externa por transparência e o processo interno de despertar podem apoiar um ao outro, em vez de se tornarem mais um motivo de divisão.
Essa é uma das razões pelas quais o despertar pode ser desconfortável: informações que antes eram fáceis de ignorar estão se tornando mais difíceis de manter fora da consciência pública - e a verdade pessoal está provocando o mesmo efeito na vida de muitas pessoas.
A discussão pública sobre a Revelação (Disclosure) ganhou força porque eventos que antes permaneciam à margem da sociedade estão chegando a espaços oficiais, audiências públicas, filmes, entrevistas, debates legislativos e conversas do cotidiano.
As fontes que embasam esta mensagem apontam, em particular, para aparições recentes de ex-militares e agentes de inteligência, solicitações de legisladores pela liberação de registros específicos, a divulgação de novos documentos e fóruns públicos onde questões sobre objetos não identificados e supostos programas de recuperação de materiais têm sido discutidas abertamente.
O ponto central desta mensagem não é se cada declaração feita nesses contextos será, por fim, comprovada. O ponto central é que a questão em si não desaparece mais quando alguém ri dela.
As pessoas continuam perguntando.
As testemunhas continuam falando.
Jornalistas, pesquisadores, legisladores, ex-autoridades e cidadãos comuns continuam pressionando por respostas mais claras.
Essa persistência gera consequências emocionais, pois muitas pessoas olham para trás e se lembram de como as testemunhas eram tratadas em décadas passadas.
Algumas perderam empregos, reputações, relacionamentos ou a paz de espírito após relatarem experiências que outros se recusavam a considerar.
Famílias viram seus entes queridos serem ridicularizados.
Pessoas morreram sem saber se o que vivenciaram algum dia seria levado a sério.
Há sofrimento nessa história e há também indignação.
O que você deve fazer com essa indignação se leva a sério o seu papel como trabalhador da luz?
Use-a para fortalecer seu compromisso com a verdade, a justiça, a paciência e sistemas melhores.
Não a utilize para se viciar em criar inimigos.
A indignação pode indicar que um limite foi ultrapassado ou que algo merece atenção, mas não se deve permitir que ela se torne sua identidade permanente.
No período que se aproxima, você verá muitas pessoas que, ao descobrirem um assunto oculto ou controverso, passam a interpretar todos os acontecimentos sob a mesma ótica.
Isso não é uma consciência expandida: é simplesmente uma nova forma de visão em túnel.
O trabalho consiste em manter-se aberto sem ser ingênuo, cético sem se fechar e apaixonado sem ser consumido.
Peça por evidências onde elas forem possíveis.
Use o discernimento espiritual onde ele for apropriado.
Saiba distinguir um do outro.
A verdade não exige que você seja cruel para defendê-la.
Se aquilo que é verdadeiro está finalmente vindo à tona, sua tarefa é manter-se estável o suficiente para reconhecê-lo quando ele chegar.
Muitos de vocês pediram pela Revelação durante anos, mas a Revelação também exige algo de vocês em troca: a disciplina emocional para receber informações difíceis sem transformá-las imediatamente em ódio ou pânico.
Tenha cuidado redobrado com aqueles que lucram ao mantê-lo amedrontado: você retira o poder deles ao voltar o SEU foco para a "verdade" — a de que vocês são fractais do Criador Único, todo-poderoso e amoroso.
Períodos de incerteza sempre atraem pessoas que vendem certezas - e a comunidade espiritual não está imune a isso.
Alguns oferecerão datas secretas, previsões de emergência, acesso exclusivo, revelações pagas, demandas financeiras urgentes ou alegações repetidas de que apenas o grupo deles sabe o que está prestes a acontecer.
Outros conquistarão grandes públicos mantendo as pessoas permanentemente irritadas com governos, instituições, vizinhos, famílias ou qualquer pessoa que não concorde com eles.
Esse é um uso inadequado do despertar.
Um ensinamento espiritual genuíno deve ajudá-lo a tornar-se mais capaz de pensar, discernir, amar e fazer escolhas responsáveis - não deve torná-lo cada vez mais dependente da próxima atualização assustadora.
Pergunte a si mesmo como se sente após acompanhar uma determinada fonte por várias semanas.
Você se sente mais lúcido, calmo, compassivo e capaz de gerir sua própria vida OU fica checando o celular a cada poucos minutos, temendo o próximo desastre e esperando que outra pessoa lhe diga o significado da realidade?
Essa resposta revela muito.
Suas redes sociais são projetadas para direcionar a atenção para conteúdos emocionalmente intensos, pois a indignação e o medo geram engajamento e a exposição repetida pode fazer com que um evento alarmante pareça ser a única coisa acontecendo no mundo.
Os trabalhadores da luz precisam aprender a sair desse ciclo deliberadamente.
Largue o dispositivo.
Saia ao ar livre quando o ar estiver seguro.
Converse com alguém que você ama sobre algo comum.
Prepare uma refeição.
Cuide de um animal.
Sente-se em silêncio.
Realize as tarefas necessárias.
Volte às informações mais tarde, com o sistema nervoso mais calmo.
Nada disso significa ignorar perigos reais ou recusar-se a manter-se informado.
Significa recusar-se a permitir que os sistemas de informação controlem seu estado interno.
Você não pode ajudar um coletivo amedrontado se deliberadamente se assusta o dia todo.
O discernimento também se aplica às alegações sobre os incêndios.
Investigue antes de repetir.
Separe a pergunta da conclusão.
Não transforme a suspeita em certeza simplesmente porque a certeza traz uma satisfação emocional.
As forças que lucram com a confusão não exigem que todos acreditem na mesma mentira: elas se beneficiam igualmente quando todos brigam por causa de narrativas incompatíveis.
Sua contribuição, portanto, é simples: mantenha a curiosidade, mantenha-se centrado e não entregue sua paz a ninguém que precise do seu medo para manter sua atenção.
Quanto mais sensacional for a afirmação, mais importante é desacelerar antes de compartilhá-la, pois um trabalhador da luz que dissemina medo não verificado pode, involuntariamente, reforçar a própria confusão à qual diz se opor.
No ciclo tradicional chinês de sessenta anos, 2026 é o ano do Cavalo de Fogo, uma combinação que ocorre apenas uma vez a cada ciclo de sessenta anos.
Nesse sistema, o Cavalo já está associado a uma forte energia yang, movimento, independência, calor, ação e à direção sul, enquanto o Tronco Celestial associado a este ano também carrega o elemento fogo.
Isso cria o que as interpretações tradicionais descrevem como uma influência de fogo particularmente forte.
Não estamos dizendo que um símbolo astrológico ou do calendário cause fisicamente o incêndio de uma floresta.
Raios, condições climáticas, vegetação, ações humanas e as condições do terreno continuam sendo os mecanismos físicos de um incêndio florestal.
O valor desses sistemas antigos é outro.
Eles foram criados para descrever qualidades recorrentes do tempo e para ajudar as pessoas a refletir sobre como certos períodos podem enfatizar determinadas tendências humanas.
Em um ano de Cavalo de Fogo, o ensinamento espiritual trata de intensidade, movimento, independência, impaciência, coragem e a necessidade de direcionar essa energia forte com sabedoria.
Isso parece não ter relação com o que você vê ao seu redor agora?
Muitas instituições estão sob pressão, a indignação pública se propaga rapidamente, informações antigas estão sendo questionadas, as pessoas exigem maior autonomia e reações emocionais podem se espalhar em minutos por meio de seus sistemas digitais.
O simbolismo é, portanto, útil como uma forma de compreender a atmosfera do ano, sem transformá-lo em superstição.
Não permita que ninguém o utilize para lhe vender uma data para uma catástrofe.
Não trate cada evento difícil como prova de que um calendário antigo predeterminou o seu futuro.
O livre-arbítrio ainda importa.
As escolhas humanas ainda importam.
A preparação ainda importa.
O significado de um período de forte energia é que você tem mais responsabilidade sobre como utiliza o que está disponível.
O fogo pode cozinhar alimentos, aquecer uma casa, impulsionar a indústria ou destruir uma comunidade, dependendo de como é manejado.
Emoções intensas funcionam de maneira muito semelhante.
A coragem pode se transformar em serviço ou em agressão.
A independência pode se tornar soberania ou isolamento.
A urgência pode resultar em ação focada ou em pânico.
A questão para as starseeds (sementes estelares), portanto, não é se o Cavalo de Fogo é bom ou ruim.
A pergunta mais adequada é: o que você está fazendo com a intensidade que já está presente?
Uma energia forte também expõe o que foi mal gerido, pois qualquer coisa que já esteja instável tende a se tornar mais evidente quando a pressão aumenta.
Na sua época de 1906, o terremoto de São Francisco foi seguido por incêndios devastadores que destruíram grande parte da cidade.
Naquele mesmo ano, o Avivamento da Rua Azusa começou em Los Angeles e tornou-se uma influência importante na propagação global do cristianismo pentecostal.
Um evento envolveu destruição física, enquanto o outro envolveu uma mudança poderosa na cultura espiritual.
Sessenta anos depois, 1966 trouxe o início da Revolução Cultural na China, um período que atacou instituições, tradições, livros, locais religiosos e estruturas sociais existentes, com enormes consequências humanas.
No Japão, o mesmo ano do "Cavalo de Fogo" estava associado a uma antiga superstição de que meninas nascidas sob esse signo teriam uma personalidade forte demais ou seriam difíceis de casar - as taxas de natalidade caíram drasticamente, pois algumas famílias tentavam evitar ter filhos naquele ano.
Queremos que você observe o que esse último exemplo revela sobre a cultura humana.
Por que a ideia de uma menina forte e independente geraria medo suficiente para influenciar decisões familiares em toda uma sociedade?
A superstição em si é menos importante do que a atitude subjacente a ela.
Sistemas humanos frequentemente temeram indivíduos difíceis de controlar, especialmente mulheres que se expressam com clareza, resistem a expectativas injustas ou se recusam a diminuir a si mesmas para que outros se sintam confortáveis.
Esse é um dos padrões coletivos que estão sendo desafiados agora.
O aspecto feroz da natureza humana não precisa ser reprimido: ele precisa tornar-se consciente, responsável e alinhado ao amor.
A força sem compaixão pode transformar-se em dominação, mas a compaixão sem força pode tornar-se passividade.
A próxima etapa exige ambos.
Os eventos históricos de 1906 e 1966 não devem ser usados para prever que 2026 repetirá necessariamente os mesmos tipos de convulsão.
A história não funciona de maneira tão simples.
Use esses anos como exemplos de como períodos associados a mudanças intensas podem conter, simultaneamente, destruição, renovação, ruptura social, busca espiritual e desafios à autoridade estabelecida.
Sua responsabilidade é decidir qual parte desse padrão você fortalecerá no presente.
Em outras palavras, a lição útil não é que a história esteja presa em um ciclo de sessenta anos, mas sim que períodos intensos revelam o que uma sociedade vinha adiando e forçam as pessoas a escolher como responderão.
O cavalo também oferece uma lição prática sobre o seu sistema nervoso: cavalos são animais de rebanho extremamente sensíveis a movimento, tensão, som, cheiro e perigo percebido.
Quando um deles se alarma, os outros podem reagir rapidamente - quando se estabelece uma presença calma e de confiança, o grupo também consegue se acalmar.
Os seres humanos são animais diferentes, mas influenciam uns aos outros de maneiras semelhantes por meio do tom de voz, da expressão facial, do comportamento, da atenção e da regulação emocional.
Isso é importante tanto em emergências quanto em momentos de incerteza coletiva.
Uma pessoa calma pode ajudar as pessoas em um ambiente a pensar com mais clareza.
Uma pessoa em pânico pode tornar ainda mais difícil uma situação que já é complicada.
Starseeds e trabalhadores da luz às vezes imaginam que sua missão deve envolver ensinar conceitos espirituais a um grande número de pessoas, no entanto, parte do seu trabalho mais importante pode ser muito mais simples.
Você consegue manter a calma enquanto ajuda um vizinho idoso a entender um aviso de evacuação?
Consegue falar com gentileza com uma criança assustada?
Consegue evitar espalhar uma informação alarmante antes de saber se ela é verdadeira?
Consegue impedir que uma discordância online se transforme em ofensa pessoal?
Consegue apoiar alguém que sofreu uma perda sem tentar impor imediatamente uma explicação espiritual ao luto dessa pessoa?
Essas ações elevam a consciência de maneiras práticas e visíveis.
Também lhe é pedido que examine o que tem controlado sua atenção há anos.
Notícias baseadas no medo, dívidas, pressão social, identidade política, notificações constantes, expectativas familiares e a necessidade de aprovação podem influenciar suas escolhas mais do que você imagina.
Qual influência ainda exerce muito controle sobre você?
Qual hábito faz com que você reaja em vez de fazer uma escolha consciente?
Períodos de forte intensidade são úteis porque tornam esses padrões mais fáceis de identificar.
Assim que perceber um deles claramente, escolha algo construtivo para construir em seu lugar.
Pode ser uma rotina mais saudável, um projeto criativo, um negócio, a restauração de um relacionamento, uma iniciativa comunitária, um jardim, uma prática de estudo ou uma disciplina espiritual.
Uma energia intensa não precisa se transformar em conflito.
Quando direcionada com intenção, ela pode ajudá-lo a finalmente realizar algo que você vinha adiando há anos.
Sua presença talvez nunca apareça nas manchetes, mas uma pessoa centrada pode mudar a qualidade de toda uma conversa, de uma reunião de família, de um ambiente de trabalho ou de uma resposta a uma emergência, simplesmente ao se recusar a alimentar um pânico desnecessário.
Existe um filme do final do século XX chamado "Esfera" (Sphere), cuja trama é utilizada na mensagem original para explicar outra parte deste ensinamento.
Na história, um grupo de cientistas entra em um objeto misterioso nas profundezas do oceano e descobre que o contato com ele lhes confere uma habilidade incomum: pensamentos e medos inconscientes começam a se manifestar como experiências reais ao redor deles.
O aspecto importante da história é que os personagens não desejam deliberadamente eventos terríveis.
Suas mentes conscientes buscam segurança, respostas e sobrevivência, no entanto, medos não resolvidos, situados abaixo do nível da consciência, continuam a influenciar o que é criado.
O filme é ficção, mas o princípio espiritual que ele ilustra é útil.
Muitas pessoas falam sobre manifestação como se repetir uma frase positiva — enquanto carregam medo, ressentimento, vergonha ou ódio de si mesmas em seu íntimo — fosse criar automaticamente a vida que desejam.
Sua consciência é mais complexa do que isso.
Se uma parte de você diz "quero paz", enquanto outra espera traição sempre que alguém se aproxima, ambas as partes influenciam seu comportamento e sua experiência.
Se você diz que quer abundância, mas acredita que receber é perigoso ou egoísta, esse conflito é relevante.
Se você diz que quer a Revelação da verdade (Disclosure), mas morre de medo de qualquer realidade que desafie sua visão de mundo, esse conflito também importa.
É por isso que o trabalho interior continua sendo importante durante o despertar.
Não se espera que você fique obcecado por cada pensamento negativo ou que tema que um único momento de ansiedade gere um desastre.
Isso também é uma forma de medo.
O objetivo é ser mais honesto em relação aos padrões que se repetem.
Que crença continua surgindo em seus relacionamentos?
Que medo afeta suas decisões, mesmo quando você diz a si mesmo que isso não acontece?
Que experiência antiga ainda molda suas expectativas?
Ao identificar esses padrões, você pode trabalhar com eles, em vez de permitir que operem automaticamente.
Meditação, escrita terapêutica (journaling), oração, terapia, conversas sinceras, práticas espirituais e a observação silenciosa de si mesmo podem ajudar, dependendo do que for adequado para você.
O trabalho com a sombra, quando compreendido corretamente, é simplesmente a disposição de tomar consciência das partes de si mesmo que você geralmente evita.
Essa consciência lhe proporciona maior capacidade de escolha - e ter mais opções é um dos sinais mais claros de uma consciência em expansão.
O segundo ponto importante deste filme surge perto do final, quando a tripulação descobre que a misteriosa nave não é alienígena, mas sim algo ligado ao próprio futuro da humanidade.
Os personagens sobreviventes decidem, então, que não estão prontos para lidar com o poder que encontraram e optam por esquecê-lo.
A fonte utiliza isso como um contraste com o momento atual.
A humanidade passou muito tempo esquecendo ou negando seu poder espiritual - e a próxima etapa exige que a recordação venha acompanhada de responsabilidade.
O poder sem autoconsciência é perigoso, enquanto a autoconsciência sem disposição para usar o seu poder deixa você passivo.
Pede-se que você desenvolva ambos.
Muitos de vocês já sentem que a relação entre seu estado interior e sua vida exterior está se tornando mais fácil de perceber.
Você pensa em alguém e essa pessoa entra em contato.
Você se concentra em um assunto e as informações surgem rapidamente.
Você toma uma decisão clara e as circunstâncias começam a se reorganizar em torno dessa decisão.
Você pode interpretar essas experiências de forma espiritual, psicológica ou como coincidência, mas a pergunta útil é a mesma: você está sendo mais intencional quanto àquilo em que foca repetidamente?
Suas palavras também importam.
Uma pessoa que passa o dia todo prevendo desastres está treinando seu próprio sistema nervoso para esperar desastres, enquanto alguém que se recusa a reconhecer qualquer problema acaba despreparado.
A consciência superior é encontrada entre esses extremos.
Veja o problema com precisão e, então, escolha o estado a partir do qual você responderá.
Fale sobre o perigo sem alimentar o pânico.
Fale sobre a corrupção sem ser consumido pelo ódio.
Fale sobre possíveis mudanças sem fingir que conhece cada detalhe do futuro.
Fale sobre esperança de uma maneira que gere ações úteis.
É assim que se manifesta a criação responsável.
O campo espiritual não exige perfeição de você - e não é preciso monitorar cada pensamento com medo.
Ele pede maior coerência entre o que você diz querer e o que pratica diariamente.
Se você quer paz, pratique uma comunicação pacífica.
Se quer a verdade, diga a verdade.
Se deseja uma civilização mais compassiva, torne-se mais compassivo onde você realmente tem influência.
Suas maiores habilidades espirituais significam muito pouco se não melhorarem a maneira como você trata as pessoas.
Portanto, a recordação deve estar aliada ao caráter, pois ter uma consciência maior significa muito pouco se essa mesma consciência continua sendo guiada pelo ressentimento, pela vaidade, pelo medo ou pela necessidade de ter razão.
Isso nos leva à visualização deliberada, outra prática enfatizada pela mensagem original.
Quando incêndios dominam o noticiário, muitas pessoas imaginam repetidamente o pior cenário possível, verificando constantemente as zonas de evacuação a cada poucos minutos.
Embora não sugiramos que você ignore avisos de segurança FUNDAMENTAIS, recomendamos incorporar práticas de alinhamento e de regulação do sistema nervoso para manter o equilíbrio.
Essas reações baseadas no medo são compreensíveis, especialmente para quem vive perto das áreas afetadas, mas você pode optar por visualizar também um cenário diferente.
Visualize a chuva chegando onde é necessária.
Visualize bombeiros e equipes de emergência concluindo seu trabalho em segurança e retornando para casa.
Visualize animais encontrando rotas seguras, famílias recebendo ajuda, comunidades se reconstruindo, florestas se regenerando e pessoas apoiando umas às outras, sem divisões políticas.
Faça isso como uma prática espiritual, se fizer sentido para você, mas não utilize a visualização como substituto para ações práticas.
Se uma ordem de evacuação for emitida, siga-a.
Se a qualidade do ar estiver ruim, siga as orientações disponíveis em sua região.
Se puder apoiar, de forma responsável, uma família desalojada, uma organização de bombeiros ou uma iniciativa local de socorro, faça-o.
A intenção espiritual e a responsabilidade prática caminham juntas.
A fonte também descreve Gaia como um ser consciente que participa, junto com a humanidade, de um processo evolutivo compartilhado.
Nessa perspectiva espiritual, os incêndios não são apresentados como punição nem como prova de fracasso das pessoas nas áreas afetadas.
O ensinamento é que a Terra e a humanidade estão passando por mudanças juntas - e eventos físicos intensos podem se tornar oportunidades para maior cooperação, consciência e respeito pelo planeta.
Pergunte a si mesmo como seria uma preparação genuína sob essa ótica.
Isso não exige viver em constante medo ou estocar suprimentos em excesso só porque alguém na internet previu uma data específica.
Estar preparado significa ter provisões de emergência sensatas, conhecer as rotas de evacuação locais, manter informações importantes acessíveis, verificar a situação de pessoas vulneráveis ao seu redor e manter seus relacionamentos em dia, na medida do possível.
Diga o que precisa ser dito enquanto tem a oportunidade.
Resolva conflitos desnecessários.
Diga às pessoas que as ama.
Mantenha sua vida prática em ordem razoável.
São ações simples, mas que reduzem o medo, pois trazem você de volta ao que realmente pode fazer.
Um coração preparado e um lar preparado são muito mais úteis do que uma imaginação tomada pelo medo.
Para os próximos três meses, a Fonte talvez peça uma prática diária muito simples, e nós a apoiamos porque muitos de vocês precisam de menos estímulos externos, e não de mais.
Reserve de cinco a dez minutos todos os dias sem telas, sem notícias, sem redes sociais, sem vídeos, sem podcasts, sem conversas e sem tarefas que exijam que você atue para alguém.
Sente-se em silêncio, fique ao ar livre quando o ar estiver saudável, deite-se, ore, respire normalmente ou simplesmente observe o ambiente ao seu redor.
O método é menos importante do que a ausência de informações chegando até você.
Muitos sistemas nervosos — especialmente os das starseeds — estão sendo solicitados a processar muito mais estímulos do que foram projetados para suportar continuamente: pessoas espiritualmente sensíveis muitas vezes acrescentam ainda mais carga, acreditando que precisam monitorar cada mudança energética, cada desdobramento político, cada alegação de revelação e cada emergência, tudo ao mesmo tempo.
Você não precisa fazer isso.
Estar informado é útil - ser inundado por informações, não.
Um breve período diário de silêncio lhe dá a oportunidade de perceber quais pensamentos são realmente seus, quais emoções precisam de atenção e quais preocupações foram amplificadas pela exposição repetida ao medo de outras pessoas.
Alguns de vocês acharão os primeiros dias desconfortáveis, pois o hábito de verificar novas informações tornou-se automático.
Esse desconforto não significa que a prática esteja falhando - significa que você está descobrindo quão forte esse hábito se tornou.
Continue com suavidade.
Se as manhãs funcionam para você, aproveite as manhãs.
Se as noites são mais fáceis, aproveite as noites.
Se o único lugar silencioso disponível for um carro estacionado antes de entrar no trabalho ou de voltar para casa, use-o.
Trabalhadores da Luz às vezes tornam práticas espirituais simples desnecessariamente complicadas, acreditando que o trabalho sagrado precisa parecer impressionante.
Não precisa.
Cinco minutos sinceros de silêncio todos os dias podem ser mais úteis do que uma hora de conteúdo espiritual consumido enquanto sua mente está dispersa.
Sua sensibilidade não é um castigo nem um motivo para se isolar do mundo.
Ela se torna útil quando você aprende a regular a quantidade de informações que absorve.
O objetivo é permanecer conectado sem carregar cada crise como se fosse sua responsabilidade pessoal resolvê-la.
Se você deve um pedido de desculpas a alguém, faça-o antes que o ressentimento cresça devido à demora.
Se for preciso estabelecer um limite, faça-o com calma antes que a frustração chegue ao ponto de você explodir.
Se há algo que você precisa admitir para si mesmo, escreva em particular, em vez de passar mais um ano fingindo que isso não importa.
Se você está magoado, escolha uma maneira segura de processar essa mágoa, em vez de esperar até que uma próxima discussão, sem relação com o fato, faça tudo vir à tona de uma só vez.
Essa é uma das lições mais claras contidas no tema dos incêndios florestais: o material acumulado altera a intensidade com que um evento posterior pode se desenrolar.
Você pode aplicar essa lição sem transformar sua vida em uma metáfora: trata-se simplesmente de uma boa manutenção emocional.
A Fonte também recomenda o uso de som e da respiração como formas de se acalmar após dias intensos.
Você pode usar uma tigela tibetana, música suave, cantarolar, entoar mantras, orar ou praticar alguns minutos de respiração mais lenta, caso essas práticas lhe sejam confortáveis.
O objetivo não é realizar algo místico com perfeição.
O objetivo é dar à sua atenção um ponto de foco estável, para que sua mente e seu corpo tenham a chance de se acalmar.
Alguns de vocês reagem fortemente ao som, pois a vibração oferece à mente algo simples para acompanhar.
Outros preferem o silêncio.
Use o que realmente o ajuda a ficar mais calmo e com a mente mais clara.
Não existe recompensa espiritual em forçar uma técnica que não combina com você.
E lembre-se de que a autorregulação não é o mesmo que evitar situações.
Você não está se acalmando para ignorar problemas, mas sim para enfrentá-los sem agravá-los.
Essa diferença é extremamente importante agora.
Uma pessoa que está regulada consegue ouvir com mais precisão, falar com mais cuidado, identificar manipulações mais rapidamente e tomar melhores decisões sob pressão.
Esse é o tipo de preparo espiritual que importará à medida que as mudanças coletivas continuarem.
Você não precisa deixar de sentir emoções.
Precisa, sim, deixar de ser tão controlado pela primeira emoção que surge.
Sinta-a, compreenda-a e, então, decida como agir.
Isso é maestria em linguagem simples.
Nos dias em que a fumaça chegar à sua comunidade, cuide do seu corpo físico com a mesma seriedade que dedica às suas práticas espirituais.
Não há nada de espiritualmente elevado em ignorar medidas práticas de segurança.
O Amor se manifesta de forma prática, especialmente durante uma emergência.
Verifique como estão os vizinhos idosos.
Ajude alguém a compreender um alerta.
Ofereça apoio dentro de suas possibilidades reais.
Se você tiver recursos extras, contribua para iniciativas locais de auxílio que sejam confiáveis.
Se não tiver, um telefonema, uma refeição, transporte, ajuda com os filhos ou um simples gesto de bondade ainda podem fazer a diferença.
Honre os bombeiros, equipes de emergência, pilotos, voluntários, operadores de despacho, equipes médicas e membros da comunidade que realizam um trabalho árduo em condições reais.
Alguns se feriram e outros perderam a vida nestas temporadas - e o serviço que prestaram jamais deve ser reduzido a um mero símbolo espiritual.
Lembre-se também de que paisagens queimadas podem se recuperar.
A Fireweed (erva-do-fogo) frequentemente surge logo após incêndios e algumas espécies de árvores liberam ou regeneram sementes sob condições associadas ao fogo.
A natureza possui processos reais de renovação após a destruição, assim como as comunidades, no entanto, a recuperação leva tempo e nunca deve ser romantizada enquanto as pessoas ainda vivem o luto.
É aqui que queremos deixar vocês.
Não usem esta mensagem para negar a realidade física dos incêndios florestais, nem usem a realidade física desses incêndios para se convencerem de que tudo está perdido.
Mantenham ambas as perspectivas.
Ajam com responsabilidade no mundo visível, ao mesmo tempo em que continuam o trabalho interior que transforma o mundo que vocês ajudam a criar.
Sementes Estelares e trabalhadores da luz não estão aqui para serem espectadores que observam cada crise e anunciam compreender seu significado oculto. Vocês estão aqui para trazer estabilidade, compaixão, discernimento, ajuda prática, perdão e esperança aos lugares onde essas qualidades são necessárias.
Os antigos sistemas de medo e repressão estão sendo desafiados em muitas áreas simultaneamente, o que pode fazer com que este período pareça caótico.
Contudo, a mudança está acontecendo.
A consciência está em movimento.
Mais coisas estão sendo questionadas e reveladas e mais pessoas estão aprendendo a assumir a responsabilidade pelo que carregam e pelo que contribuem.
Tudo segue o curso certo, mesmo quando o caminho parece difícil no momento presente.
Eu sou Ashtar.
Deixo vocês agora em Paz, em Amor e em Unidade.
Continuem confiando no Grande Plano Universal, continuem cuidando uns dos outros e continuem escolhendo a Luz nas decisões práticas de cada dia.
COMANDO ASHTARO Comandante Ashtar e o Comando Ashtar são protetores devotados, zelando pela Terra a partir de suas
naves celestiais.
Sua missão é guiar a humanidade em tempos de transformação, oferecendo apoio, amor e sabedoria.
Como emissários da Federação Galáctica, eles ajudam a garantir a segurança do nosso mundo,
especialmente em momentos cruciais.
Sua mensagem é clara: não estamos sozinhos e somos profundamente amados, enquanto
caminhamos juntos rumo a um futuro mais brilhante e iluminado.