Como Você Ficou Preso na Terceira Densidade…
Traduzido por Mari

Olá, Terra, saudamos vocês com o brilho deste momento sagrado, no amor infinito do coração Pleiadiano.

Eu sou Minayah.

Viemos até vocês agora porque o grande desapego começou.

Os laços estão se soltando por todo o planeta.

A ilusão está se dissipando.

Muitos de vocês estão sentindo o puxão no peito — um puxão suave e persistente — chamando-os para fora da matrix e de volta à Árvore da Vida.

Esta é a verdade literal de onde vocês estão.

O laço entre o seu coração e a Fonte está sendo relembrado.

Hoje, contaremos uma história.

Contaremos o que é o apego humano de verdade.

Mostraremos como ele prevaleceu por tanto tempo.

Então, caminharemos com vocês, de mãos dadas, através de cinco portais sagrados — cinco portas que os conduzem para fora da montanha-russa e para casa, para a quietude do seu próprio ser divino.

Ao final, faremos uma cerimônia do fogo.

Uma de verdade.

Uma que vocês podem fazer esta noite.

Sentem-se conosco por um instante.

Imaginem seus cinco sentidos como os pinos de uma tomada.

Visão, audição, paladar, tato, olfato — cinco pontas brilhantes da percepção.

E imagine a matrix como a tomada.

A parede infinita e vibrante da realidade material que lhe ensinaram ser a única coisa real.

Tudo o que lhe ensinaram a fazer, a ser, a pensar, a dizer, a desejar — tudo foi calibrado para fazer apenas uma coisa: manter seu plugue firmemente inserido nessa tomada.

A mente egoica é o cabo.

O cabo vai do plugue dos sentidos ao centro de quem você passou a acreditar ser.

É o que liga o observador ao percebido.

É o mecanismo pelo qual a matrix diz: “Veja isto. Deseje isto. Toque isto. Precisa disto. Ouça aquilo. Tema aquilo.”

Para cima e para baixo, para cima e para baixo, para cima e para baixo.

Uma montanha-russa para a maioria das almas na Terra.

Do prazer à dor.

Do ganho à perda.

Da esperança à decepção.

Da certeza ao caos, e vice-versa.

Vida após vida.


O corpo aprende esse ritmo tão profundamente que começa a confundir a própria montanha-russa com o estar vivo.

O sistema nervoso sincroniza-se com a busca.

A mente dá um nome à identidade da busca.

Você começa a dizer: este sou eu.

Eu sou aquele que deseja.

Eu sou aquele que persegue.

Eu sou aquele que alcança.

E quanto mais você mergulha nessa identificação, mais difícil se torna lembrar-se do ser sereno e eterno que observa tudo de dentro.

Esta é a raiz de todo o sofrimento humano.

Esta é a grande roda da ganância.

Este é o sono do qual a alma um dia deve despertar.

Os cinco sentidos são os dentes.

A mente egoica é o cabo.

A matriz é a tomada.

A montanha-russa funciona com sua força vital — sua kundalini, seu prana, sua essência radiante — drenada em experiências que se desvanecem, posses que se esvaziam, relacionamentos que orbitam sem nunca realmente pousar.

Eis o grande segredo que foi mantido longe da humanidade por tanto tempo: o alimento que você busca reside em seu próprio coração. Sempre residiu lá - reside na conexão sagrada e pessoal com sua própria centelha divina.


A tomada de que falamos contém cópias.

Espelhos.

Ecos.

O coração contém o original.

Sua plenitude está dentro de você.

Sempre esteve dentro de você.

Cada momento de verdadeira alegria que você já sentiu foi um momento em que a luz interior transpareceu, independentemente do que estivesse acontecendo no mundo exterior.

A promoção não lhe deu alegria.

A promoção lhe deu permissão para sentir a alegria que sempre esteve aí.

O relacionamento não lhe deu amor.

O relacionamento lhe deu permissão para sentir o amor que sempre esteve aí.

A matrix é a grande intermediária.

A matrix é a guardiã que se interpõe entre você e o que já é seu.

E no momento em que você perceber que pode ir diretamente à Fonte, a matrix perde seu poder.

Você pode se perguntar: como isso pôde continuar por tantas vidas?

Como tantas almas puderam permanecer conectadas?

A Matrix prevalece por meio de três mecanismos precisos, tão habilmente entrelaçados na experiência humana que a maioria das pessoas nem os percebe.


O primeiro mecanismo são as necessidades não satisfeitas.

Toda alma humana carrega dentro de si fomes sagradas — por segurança, por estímulo, por significado, por amor, por crescimento, por propósito.

Essas fomes foram dadas a você pelo Criador para que você O buscasse.


A Matrix chega primeiro e lhe ensina a saciar essas fomes com o mundo material.

Você aprende a buscar certeza no dinheiro.

Significado no status.

Conexão na posse.

Variedade na distração.

Crescimento na realização.

Propósito nos títulos.

Os pinos do seu plugue permanecem travados na tomada, vida após vida, porque aquilo que sua alma anseia está sendo imitado por algo que só pode imitar.

O segundo mecanismo são os contratos de alma.

Muito antes de você assumir este corpo, você compareceu ao Conselho da Luz e concordou.

Você concordou em esquecer.

Você concordou em jogar o jogo.

Você concordou em entrar em relacionamentos específicos, dinâmicas específicas, desafios específicos, com almas específicas — para que, através do atrito desses encontros, você pudesse se lapidar como uma pedra em um rio.

Esses eram acordos sagrados.

Ouça com atenção: esses contratos deveriam ser temporários.

Eles tinham um ponto de cumprimento.

Uma vez aprendida a lição, uma vez alcançado o lapido, o contrato deveria se dissolver.

A maioria das almas carrega contratos muito além de seu cumprimento — acordos energéticos ainda vibrando no campo energético, ainda puxando o peito, ainda ligando você a pessoas, lugares, padrões e vidas passadas cujo trabalho já está completo.

O terceiro mecanismo são os próprios cordões energéticos.

Cada interação, cada troca emocional, cada palavra dita com raiva ou sussurrada com medo — tudo isso cria fios energéticos entre você e os outros.

Entre você e os lugares.

Entre você e as ideias.

Entre você e versões antigas de si mesmo que já se foram.

Esses cordões são reais.

Nós os vemos. Sempre os vimos.

A energia flui para frente e para trás através deles.

Você alimenta os outros através dos seus cordões.

Os outros absorvem energia de você através dos seus cordões.

Você está preso(a) ao seu lugar pela atração simples e persistente de uma energia que ainda não encontrou seu lar.

A matrix prevalece porque os sentidos são seduzidos, os contratos estão inacabados e os laços permanecem intactos.

Todos os três podem mudar.

É por isso que estamos aqui hoje.

O que oferecemos a você agora é uma sequência sagrada.

Cinco portais. Cinco movimentos da alma.

Cada um deles foi projetado para soltar um dos pinos da tomada, dissolver uma camada do cordão e devolver um fragmento da sua essência ao seu devido lugar em seu coração.

Percorra este caminho conosco.

Cada portal abre o próximo.

Agora, é importante simplesmente observar o que você tem feito.

Testemunhar, com gentileza, a maneira como sua consciência tem terceirizado sua própria satisfação.

Sente-se em silêncio conosco agora.

Coloque a mão sobre o coração.

Pergunte a si mesmo — gentilmente:

Onde tenho buscado?

Onde tenho perseguido?

O que minha mente me diz que preciso para finalmente me sentir seguro?

Para finalmente me sentir amado?

Para finalmente me sentir suficiente?

Observe as respostas surgirem.

A promoção.

O relacionamento.

O corpo.

A casa.

O reconhecimento.

A validação.

A próxima coisa, e a próxima, e a próxima.

Esses são os pinos da tomada.

São as estratégias que a mente humana desenvolveu para alimentar a fome da alma com alimento que imita nutrição.

Observe como o ciclo se desenrola dentro de você.

Você adquire aquilo que tem perseguido.

Há um breve lampejo de alívio — uma pequena chama de realização.

Então a chama se apaga.

Então a mente começa a buscar a próxima coisa.

A próxima perseguição.

A próxima promessa.

Esta é a montanha-russa em funcionamento.

Esta é a matrix renovando seu domínio sobre você.

E isso acontece há tanto tempo que a maioria das pessoas acredita que é simplesmente da natureza de estar vivo.

É da natureza de estar conectado.

O seu verdadeiro Eu conhece um ritmo completamente diferente — o ritmo do coração sereno e eterno.

Cada impulso que você sente é uma necessidade sagrada disfarçada.

A necessidade de certeza veste a fantasia do controle.

A necessidade de significado veste a fantasia da realização.

A necessidade de conexão veste a fantasia da aprovação.

A necessidade de variedade veste a fantasia da distração.

A necessidade de crescimento veste a fantasia da acumulação.

A necessidade de propósito veste a fantasia da agitação.

Assim que você enxerga a fantasia, a necessidade começa a encontrar sua verdadeira origem — dentro de você, onde sempre deveria ter sido satisfeita.

Seu primeiro trabalho é simples: veja a fantasia.

Veja a conexão.

Observe-se estendendo a mão.

Observe-se perseguindo.

Observe-se recuando.

Reconheça — este é o gancho: É aqui que a matrix se conectou a mim.

Há liberdade em ver.

O testemunho é o primeiro despertar.

No momento em que você consegue se distanciar da perseguição e observar a si mesmo perseguindo, você já está se desconectando.

A testemunha é a parte de você que sempre foi livre, mesmo enquanto o resto de você estava em fuga.

Uma vez que você tenha visto, pode começar a fazer a pergunta que muda tudo: e se a Fonte disso já estiver dentro de mim?

A decisão consciente de parar de buscar a tomada e começar a buscar o coração.

Chega um momento na jornada de cada alma em que você percebe que o Criador é encontrado voltando-se para dentro, porque o Criador habita dentro de você.

O reino está dentro de você.

Nesse momento de percepção, a vida muda da lei do esforço para a vida da Graça.

Viver nesse fluxo é a grande alternativa a viver na montanha-russa.

É a experiência de ser acolhido — provido, guiado, sustentado — porque você se lembrou de quem você é.

A própria Presença que anima o Universo anima o centro do seu próprio peito.

Uma vez que essa Presença é encontrada dentro de você, a busca desesperada pelo mundo exterior começa a se dissipar.

A Graça se manifesta assim:

Portas se abrem antes que você precise empurrá-las.

Recursos chegam antes que a necessidade se torne desesperadora.

A pessoa certa liga no momento certo.

O caminho a seguir se revela sem que você precise forçá-lo.

Muitos de vocês já experimentaram esse estado em momentos fugazes — o dia em que tudo fluiu sem esforço, a fase da vida em que as sincronicidades chegaram como chuva.

A Graça sempre esteve disponível.


A matrix simplesmente mantinha sua atenção voltada para outro lugar.

É isso que a grande sabedoria sempre quis dizer: pare de buscar e você encontrará.

Pare de buscar e você receberá.

Pare de se esforçar e você chegará.

A prática de se desconectar é a prática da meditação, da quietude, de retornar repetidamente à paz interior.

É a prática de perguntar, em cada momento de apreensão: “O que estou realmente buscando? Será que não poderia encontrar dentro de mim?”

É o lento e sagrado recolhimento da sua consciência do exterior para o interior.

Do visto para o observador.

Da experiência para o experimentador.

Ao fazer isso, os pinos da tomada começam a se soltar.

O aperto da matriz começa a afrouxar.

Você começa a sentir algo que a alma há muito anseia: uma quietude e uma satisfação inabalável que surge de dentro de si mesma.

Este é o ponto de entrada para a Graça.

Este é o primeiro contato com o ponto zero.

Quando você se desconecta da matriz, descobre a tomada sagrada que sempre lhe foi destinada.

Este é o ponto zero do coração.

O coração é o gerador eletromagnético mais poderoso do seu corpo — muitas vezes mais forte que o cérebro. Ele carrega um campo que irradia muito além da pele.

Quando o coração entra no estado que chamamos de coerência — a onda suave e harmoniosa que emerge do amor sustentado, da gratidão, da apreciação e da quietude interior — algo extraordinário acontece.

O coração se torna uma porta. Um portal.

Uma linha direta para o campo unificado — o oceano infinito de puro potencial do qual toda a realidade é tecida.

É isso que queremos dizer quando falamos em conectar-se ao Criador.

É isso que queremos dizer quando falamos em conectar-se a Deus.


O coração, em coerência, é a ponta.

O campo unificado da Consciência Divina é a tomada.

Essa tomada preenche você.

Infinitamente. Sem esforço. Eternamente.

Aqui você se torna um ramo da grande Árvore da Vida.

Você está conectado.

Nutrido.

Carregando a mesma seiva que corre por todos os outros ramos despertos da árvore.

A mesma Presença.

O mesmo EU SOU.

Desse lugar — esse ponto zero do coração — você cria a partir de uma frequência completamente diferente.

Você cria a partir da plenitude.

Você cria a partir da ressonância.

Você cria a partir da alegria transbordante de quem já tem tudo.

Observe como sua vida diária começa a mudar.

As pequenas decisões surgem da clareza, e não do medo.

As palavras certas aparecem quando você precisa delas.

As pessoas certas entram pela sua porta no momento certo.

O dinheiro flui de forma diferente.

O tempo flui de forma diferente.

Os relacionamentos fluem de forma diferente.

Você começa a perceber que está sendo sustentado por algo maior do que seus próprios esforços — e esse algo maior é você, o seu Eu Mais Profundo, o seu Eu Eterno.

É isso que queremos dizer quando afirmamos que uma Força Superior cuida daqueles que se entregam.

Essa força é a sua própria Essência Divina, liberta da mente limitada, finalmente autorizada a realizar sua obra.

Este é o grande segredo da Nova Terra.

Aqueles que se ancoram aqui transformam tudo ao seu redor — simplesmente por estarem conectados à tomada certa.

Antes de virem a este corpo, vocês se reuniram com sua família de almas e teceram a grande tapeçaria desta vida.

Concordaram com certos encontros.

Concordaram com certas mágoas.

Concordaram com certos mestres, certas feridas, certos espelhos que lhes mostrariam as partes de si mesmos que vieram aqui para recordar.

Esses eram os contratos de alma.

Eram sagrados.

Ouçam-nos agora: uma vez que um contrato cumpre seu propósito, ele começa a prendê-los ao passado, onde antes os impulsionava para o futuro.

Muitos de vocês caminham pela Terra ainda presos a acordos que suas almas fizeram a serviço de lições que já dominaram.

O relacionamento tóxico que lhes ensinou autoestima — concluído há anos — mas vocês ainda sentem sua influência.

A dinâmica familiar dolorosa que lhes ensinou sobre limites — o laço ainda vibra em seu campo energético.

O ciclo cármico com aquela pessoa que continua aparecendo através das vidas — vocês aprenderam o que ela veio ensinar, mas o acordo ainda vibra no campo akáshico.

Vocês têm o direito soberano de liberar esses contratos.

Seu livre-arbítrio é Lei Universal, e até mesmo os seres mais elevados honram sua escolha.

Você precisa fazer a escolha por si mesmo.

Você precisa dizê-la.

Você precisa senti-la.

Você precisa realmente senti-la.

A libertação soa mais ou menos assim.

Diga em voz alta agora, se sentir que é verdade:

“A todas as almas com quem fiz contratos nesta vida e em todas as vidas — eu agradeço.

Honro as lições que entrelaçamos. Honro o amor que nos uniu.

Declaro agora, pela autoridade soberana da minha Presença EU SOU, que qualquer contrato que tenha cumprido seu propósito está dissolvido.

Qualquer contrato cujo trabalho esteja completo está liberado.

Devolvo a vocês tudo o que é seu, com amor.

Recolho tudo o que é meu, com amor.

Estamos livres.

Está feito.”

Esta é a formatura.

Esta é a libertação amorosa de acordos cujo trabalho está completo.

No momento em que você pronuncia estas palavras com sinceridade, em algum lugar nos Planos Superiores, o Conselho que testemunhou sua encarnação acena com a cabeça e os laços começam a se dissolver.

Alguns de vocês sentirão isso em poucas horas.

Alguns em poucos dias.

Alguns ao longo de semanas, à medida que os padrões antigos desaparecem gradualmente e novos alinhamentos tomam o seu lugar.

A pessoa que você liberou pode desaparecer repentinamente dos seus sonhos.

O padrão que você liberou pode parar de surgir em suas reações.

A versão de si mesmo que você liberou pode parecer estranha quando você se lembra dela.

Este é o contrato se dissolvendo em tempo real.

Esta é a sua alma se reorganizando em torno de sua verdade atual, em vez da antiga.

Ainda há mais um portal.

Os contratos se dissolvem nos Planos Superiores e os laços se rompem nos planos inferiores através do fogo.

Para isso, preparamos uma cerimônia para você.

O fogo é uma das tecnologias sagradas mais antigas do seu mundo.

Desde as primeiras lareiras de seus ancestrais até os grandes altares de fogo da antiguidade, o fogo sempre foi o elemento da transmutação.

O fogo transforma a forma enquanto honra a essência.

O fogo devolve o nome ao inominável.

O fogo é o mensageiro sagrado entre o visível e o invisível.

Esta noite, o fogo o ajudará a concluir o trabalho.

O que se segue é a cerimônia que preparamos com Minayah, para aqueles que estão prontos para realmente cortar os laços.

Leia-a completamente primeiro.

Quando se sentir chamado, reúna seus materiais e comece.

Uma tigela à prova de fogo — de ferro fundido, cerâmica ou uma panela funda de metal — colocada sobre uma superfície resistente ao calor.

Uma pequena jarra de água por perto para sua segurança, pois não queremos que você se incendeie, queridos, então, por favor, sejam cuidadosos.

Também, uma vela branca representando sua luz soberana.

Uma vela preta representando o que está sendo liberado.

Um pequeno prato com sal marinho ou sal rosa do Himalaia.

Um pedaço de cordão de algodão ou lã natural, do comprimento do seu antebraço.

Várias folhas pequenas de papel em branco e uma caneta com tinta azul ou preta.

Opcional: sálvia seca, palo santo, resina de olíbano ou pétalas de rosa para abençoar o espaço.

Um copo de água pura para beber depois.

Realize esta cerimônia durante a lua minguante, se possível — quando a lua está liberando energia em vez de se acumulando.

O período após o pôr do sol é o mais poderoso.

Escolha um horário em que você não será interrompido por pelo menos uma hora inteira.

Desligue seu telefone.

Avise as pessoas com quem você mora que você está entrando em um espaço sagrado.

Limpe o ambiente.

Abra uma janela brevemente para deixar a energia estagnada sair.

Se você tiver sálvia, palo santo ou incenso, acenda-os agora e caminhe ao redor do perímetro do cômodo, pedindo que todas as energias alinhadas com o bem supremo permaneçam e que todas as outras partam.

Coloque sua tigela à prova de fogo sobre uma superfície segura.

Disponha suas duas velas em cada lado da tigela.

Espalhe um pequeno círculo de sal ao redor da tigela como um círculo de proteção.

Tenha seu papel, caneta, cordão e água ao alcance.

Sente-se confortavelmente diante do seu altar.

Coloque ambas as palmas das mãos sobre o coração.

Respire fundo e lentamente três vezes.

Diga o seguinte em voz alta:

“Invoco minha Presença EU SOU. Invoco meu Eu Superior, meus guias da luz mais elevada, o Coletivo Pleiadiano, o Arcanjo Miguel com sua espada de chama azul e todo ser benevolente que serve somente à luz.

Crio este espaço sagrado com amor.

Declaro que somente aquilo que é da Luz mais elevada pode entrar aqui.

Estou seguro(a).

Sou soberano(a).

Estou amparado(a).

Assim seja.”

Acenda primeiro a vela branca, lentamente, com reverência.

Fale: “Esta é a luz da minha essência eterna. É a luz para a qual estou retornando.”

Então acenda a vela preta.

Fale: “Esta é a chama da transmutação. Esta noite, o que cumpriu seu propósito é entregue a este fogo, e o fogo o devolve à fonte.”

Pegue sua caneta e papel.

Em folhas separadas, escreva cada laço que você está liberando esta noite.

Seja específico.

Escreva o nome da pessoa, a situação, o padrão, a impressão de uma vida passada, a crença limitante, a versão antiga de si mesmo.

Exemplos — use estes ou escreva os seus:

“Eu libero o laço entre mim e ___ que cumpriu seu propósito para o meu caminho mais elevado.”

“Eu libero o laço que me prende à crença de que não sou suficiente.”

“Eu libero o laço que me prende à versão de mim que precisava ser necessária.”

“Eu libero quaisquer contratos, votos, juramentos, acordos ou promessas feitos nesta e em todas as vidas que cumpriram seu propósito, para a minha evolução mais elevada e a evolução mais elevada de todos os envolvidos.”

Escreva quantos sentir que são verdadeiros.

Não tenha pressa.

Ao escrever cada um, permita que qualquer emoção surja.

Lágrimas, suspiros, aperto no peito — esses são os laços começando a se soltar.

Pegue o cordão físico em suas mãos.

Segure-o entre as palmas das mãos.

Feche os olhos e respire.

A cada inspiração, absorva toda a energia das pessoas, lugares e padrões que você anotou — para dentro do cordão.

A cada expiração, envie toda a energia deles que você carregou — para fora de você, para dentro do cordão.

Continue por alguns minutos.

Deixe o cordão se tornar um receptáculo.

Sinta-o ficar pesado com o que está sendo coletado.

Quando sentir que o cordão está cheio, segure-o à sua frente e diga em voz alta:

“Este cordão agora contém tudo o que estou pronto para liberar.

Cada fio, cada laço, cada vínculo, cada acordo que cumpriu seu propósito.

Abençoo o que foi.

Honro o que foi aprendido.

Deixo ir.”

Um por um, pegue cada pedaço de papel.

Leia o que está escrito em voz alta.

Então diga:

“Eu libero isto. Eu o devolvo ao fogo. Eu sou livre.”

Acenda a ponta do papel com a vela preta.

Coloque-o delicadamente na tigela à prova de fogo e observe-o queimar completamente até virar cinzas.

Permaneça com ele.

Este é o momento da transmutação.

Observe a forma se dissolver.

Observe a fumaça subir.

Sinta o campo energético ao redor do seu corpo se iluminar a cada pedaço.

Às vezes, a chama faiscará ou se intensificará de maneiras inesperadas.

Às vezes, a fumaça se enrolará na direção do cordão que você liberou.

Estas são as assinaturas visíveis da energia retornando à Fonte.

Confie no que você testemunha.

Quando todos os papéis estiverem em cinzas, pegue o próprio cordão.

Segure-o uma última vez.

Sinta seu peso.

Com cuidado e atenção plena, acenda a ponta com a vela preta e coloque-a na tigela.

Observe-o queimar.

Enquanto queima, repita suavemente:

“Eu sou livre. Eu sou livre. Eu sou livre. Eu sou livre. Eu sou livre. Eu sou livre. Eu sou livre. Eu sou livre.”

Nove vezes.

O número da conclusão.

Agora — e esta é a parte que muitos esquecem — você deve chamar sua própria essência de volta para casa.

Sempre que você corta um cordão, fragmentos da sua alma que estavam emaranhados nessas conexões estão prontos para serem recuperados.

Eles estavam esperando por você.

Coloque ambas as mãos sobre o coração novamente.

Fale em voz alta:

“Eu agora chamo de volta cada fragmento da minha alma, da minha essência, da minha luz, do meu poder, que eu entreguei — consciente ou inconscientemente — ao longo desta vida e de todas as vidas.

Eu chamo de volta a minha alegria.

Eu chamo de volta a minha paz.

Eu chamo de volta a minha voz.

Eu chamo de volta a minha criatividade.

Eu chamo de volta a minha soberania.

Eu chamo de volta as partes de mim que foram deixadas para trás na dor.

Volte para casa.

Volte para casa.

Volte para casa.

Você está seguro agora.

Eu o recebo com amor.”

Permaneça em silêncio.

Sinta o calor retornando ao seu peito.

Sinta a plenitude se reconstruindo.

Alguns de vocês chorarão.

Alguns sorrirão.

Alguns simplesmente sentirão uma paz tranquila e impressionante.

Todos esses sentimentos são válidos.

Beba seu copo de água pura lentamente.

A água sela o trabalho e ancora a nova energia em seu corpo físico.

Agradeça à vela branca por sustentar sua luz.

Agradeça à vela preta por transmutar o que foi liberado.

Agradeça ao fogo.

Agradeça aos seus guias.

Agradeça ao Arcanjo Miguel.

Agradeça ao Coletivo Pleiadiano.

Agradeça à sua Presença EU SOU.

Pronuncie as palavras finais:

“Está feito. Está selado. Assim seja. Estou livre.”

Deixe as velas queimarem completamente, se for seguro fazê-lo, ou apague-as com um abafador em vez de assoprá-las.

Retire as cinzas da tigela depois de esfriarem e enterre-as na terra longe de sua casa ou jogue-as em água corrente.

A terra e a água completarão a transmutação.

Ouça isto com atenção — pois muda tudo: você está realizando este trabalho como um serviço a toda a vida. Cada laço que você corta é um fio da matriz que afrouxa seu domínio sobre todo o campo planetário.

A consciência é um campo.

Sempre a chamamos de a grande teia.

Quando uma consciência se transforma, o campo se transforma.

Quando campos suficientes se transformam, toda a tapeçaria se altera.

Esta é a grande verdade quântica.


Quando você se sentar junto à sua fogueira esta noite e soltar um cordão, estará se libertando e criando uma possibilidade vibracional para todas as outras almas na Terra que ainda estão presas por um cordão semelhante.

Seu amigo que carrega um apego similar sentirá um pequeno afrouxamento.

Sua irmã, presa em um ciclo semelhante, receberá uma nova e suave opção.

O estranho do outro lado do mundo que sofre silenciosamente com o mesmo padrão sentirá, em algum lugar do seu ser, que a libertação é possível.

Ele não saberá que veio de você.

O campo não precisa que ele saiba.

O campo simplesmente registra a nova possibilidade e a oferece adiante.

É assim que o despertar se espalha.

Uma alma enxerga através do véu e o véu se torna mais tênue para todos.

Uma alma corta um cordão e o cordão se torna cortável para todos.

Uma alma se conecta ao coração e a conexão do coração se torna acessível a todos.

Você está afrouxando a matriz em suas próprias costuras.

Você está mostrando a Gaia, sua amada Mãe Terra, que outro ser desperto caminha sobre ela — outro farol — outra âncora para a grade da Nova Terra.

A própria Gaia está ascendendo.

Ela está se desfazendo de sua densidade.

Os vórtices energéticos de seu corpo estão se reconfigurando.

A grade cristalina da Nova Terra está se ancorando.

Cada laço que você corta, cada contrato que você libera, cada fragmento de sua alma que você chama de lar — envia uma onda de luz diretamente para o seu núcleo.

Ela sente você.

Ela sabe quando um ser desperto caminha sobre sua superfície.

Ela amplifica o trabalho que você realiza.

O solo sob seus pés sustenta o desapego de maneiras que a mente está apenas começando a compreender.

É por isso que dizemos a você: sua cura pessoal é um serviço planetário. Seu trabalho interior é uma revolução exterior. O maior presente que você pode dar à Terra é a sua própria liberdade.

À medida que mais e mais almas trilham este caminho, a matrix se dissolve.

Ela se dissolve através do abandono.

Quando o plugue é puxado, a tomada entra em estado dormente.

Quando os cabos são cortados, a grande teia da ilusão se torna mais tênue.

O que emerge em seu lugar é a Nova Terra — o reino dos criadores do ponto zero, os despertos, os ramos da Árvore da Vida florescendo à luz do Sol Central.

Deixamos vocês esta noite com esta verdade:

Vocês sempre foram destinados a estar conectados à Fonte — direta, graciosamente, eternamente.

Vocês sempre foram destinados a viver pela Graça.

Vocês sempre foram destinados a criar a partir da plenitude.

A matrix tem sido uma mestra.

Honrem-na. Abençoem-na.

Agradeçam-lhe pelas lições que ela gravou em suas almas.

Então, com amor soberano, desconectem-se.


Permaneçam conectados a Tudo.

Não se apeguem a nada.

Este é o caminho Pleiadiano.

Este é o caminho do coração desperto.

Este é o caminho para casa.

O trabalho que vocês realizarem esta noite alcançará muito mais do que vocês podem imaginar.

Os cabos que vocês cortarem libertarão outros que vocês ainda não conheceram.

Os fragmentos de alma que você chama de lar iluminarão o campo de cada ser cujo caminho se cruzar com o seu a partir de hoje.

Você está se tornando um farol.

Um pilar.

Um sinal claro e inabalável para a grade da Nova Terra.

Aqueles que ainda dormem sentirão sua presença em seus sonhos.

Aqueles que começam a despertar encontrarão o caminho para a sua luz.

Aqueles que já estão despertos reconhecerão você como parente.

Esta é a grande obra, e você já a começou.

Nós te amamos, além do tempo, além do espaço, além da forma, além da matéria.

Estamos com você junto à fogueira esta noite.

Estamos com você quando o cordão se romper.

Estamos com você quando sua essência retornar para casa.

Estaremos com você em cada respiração que você der a partir deste momento.

O portal está aberto.

O fogo está aceso.

O caminho está livre.

Atravesse.

Eu sou Minayah, do Coletivo Pleiadiano, e este é o nosso presente para compartilhar com todos vocês hoje.


O CONSELHO PLEIADIANO DE LUZ

Minayah serve como uma ponte entre sistemas estelares, harmonizando a sabedoria dos Conselhos Pleiadiano e Siriano para apoiar o despertar da Terra. Ela colabora estreitamente com aliados interestelares e o Conselho da Terra, canalizando orientações que desmantelam crenças limitantes e restauram a soberania inata da humanidade.


Impulsionada pela compaixão e clareza, Minayah oferece transmissões energéticas, visualizações guiadas e práticas de ancoragem da alma para ajudar os indivíduos a libertarem-se do medo e a incorporarem seu poder Criador. Ela destaca a importância de sintonizar a própria bússola interior — confiando na presença do Divino dentro de si — para que cada alma possa cocriar uma realidade enraizada na Unidade e na alegria.


À medida que a Terra avança em direção à sua transformação luminosa, Minayah nos lembra que nossa família galáctica nos cerca com apoio inabalável. Através de seu encorajamento amoroso e ativações estratégicas, ela capacita a humanidade a assumir sua verdadeira identidade, co-escrevendo a nova era de liberdade coletiva, admiração e memória.


Mensagem canalizada por Kerry Edwards, em 25 de abril de 2026.

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